- Back to Home »
- Artigos , Créditos de Carbono , Dicas , Estratégia , Fotos , Gestão »
- Intenção x Ação
Você é uma pessoa de ação ou apenas de discurso?
É alguém que age em busca de soluções ou fica apenas questionando os problemas?
É gente que faz ou gente que fala que faz?
Eu acredito em planos de ação, não de intenção!
Acredito em idéias criativas, coerentes e, especialmente, naquelas que possam se traduzir em ações concretas, em atitudes.
Acredito em pessoas que, após fazerem a análise crítica de uma situação, são capazes de criar um movimento na direção das mudanças.
Eu acredito em gente que faz e acontece, não naquelas que são capazes de apontar inúmeros problemas, mas não agem para solucionar.
Quantos planos de trabalho você já viu que, apesar de terem passado por uma exaustiva elaboração, nunca se tornaram realidade?
Quantos objetivos já foram traçados que ficaram apenas no papel e nunca agregaram valor ou promoveram uma mudança ou um impacto na vida?
Quantas intenções nobres de criar coisas boas que nunca se concluíram?
O problema está exatamente na intenção. Não na boa ou má, apenas na intenção.
O mundo não caminha apenas pela vontade. Caminha pela ação.
Colocar no papel que vai se esforçar bastante, que vai fazer o possível ou que pretende dar o melhor de si para alcançar um objetivo, é apenas uma forma de se boicotar, de ficar decepcionado com o esforço e as tentativas.
Uma frustração que é o produto de uma maneira vaga de se pensar nas metas. Uma maneira que não exige comprometimento com o resultado final.
E, sem compromisso, não existe realização.
Quando queremos que nossos sonhos se realizem, precisamos pensar no todo e, a partir daí, traçarmos ações menores de curto prazo, específicas e com data de término.
Descrever nossos objetivos de maneira que possamos fazer avaliações periódicas e mensuráveis para saber se devemos manter o caminho, ou fazer pequenas mudanças de percurso. Isso exige muito mais do que uma boa intenção. Exige comprometimento com a realização, com o objetivo e consigo mesmo. Exige um alinhamento entre os sonhos e valores pessoais com aquilo que é posto no papel.
No momento de um planejamento, seja de trabalho, seja de vida, é essencial olharmos para nós mesmos, afinal, por trás de um plano de intenção, muitas vezes, está escondido um descontentamento pessoal ou uma incerteza sobre aquilo que queremos ou acreditamos.
Da mesma forma, precisamos estar atentos aos planos superdimensionados, àqueles que precisamos ser super-humanos para realizar ou que tenhamos que contar com muita sorte para que se tornem realidade.
Podemos ainda acrescentar a essa mensagem uma sugestão para que, após colocar os nossos planos de ação no papel, façamos uma leitura crítica e joguemos fora tudo aquilo que não seja concreto, mensurável, temporal e passível de uma avaliação objetiva.
E, caso tenhamos que jogar tudo fora e recomeçar, não tem nenhum problema. Não há razão para desanimar. Afinal, é muito melhor persistir para alcançar nossos objetivos reais do que conviver com a frustração de não realizá-los.
Deixar de lado as intenções e ser capaz de construir planos realmente de ação, eis aí um bom desafio.
Postar um comentário