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Marsylla Salgado Tavares

Archive for maio 2010

Relva No Telhado Para Poupar Energia

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Prédios e hospitais de Pequim, na China, adotarem uma nova medida de proteção ambiental, em nome da poupança de energia: plantar relva nos telhados dos edifícios. Só recentemente a idéia está a ser aplicada no país, mas a poupança de energia, no Inverno e no verão, chega aos 26 por cento.

Desde que receberam os Jogos Olímpicos em Pequim e devido aos problemas de poluição, o Governo chinês tem apostado muito no último ano em mais e melhores políticas ambientes. A relva no telhado é uma das idéias mais recentes, que já está a ser colocada em prática.

Fonte: TVI 24

Feliz Dia das Mães!

Ser mãe, é algo divino sem explicação, é um sentimento muito lindo que nos invade sem limites, um sentimento eterno que nos faz virar uma protetora incondicional.
É você amar alguém intensamente, mesmo sem ter visto o rostinho ou ter tocado nesse serzinho que você carrega em seu ventre e que ainda não lhe foi apresentado, mas que você já tem grande amor por elas.

Ser mãe, é você esperar nove meses por uma pessoinha, com a certeza que ela veio parta te fazer muito, muito feliz. É você vibrar há cada sorriso, há cada gesto novo que essa pessoinha virá a fazer, que para você será um momento mágico, será uma vitória para ele e para você, pois você fez parte desse instante.

Ser mãe, é você ficar admirando o sono de sua filha e imaginando como será o seu futuro, e com os olhos cheio de lágrimas, você reza nesse momento para que tudo de certo em sua vida, e você sabe que essa pessoinha nem sempre vai poder estar bem protegida nos teus braços, por que em algum momento de sua vida ele terá que seguir sua vida e aprender a andar com suas próprias pernas.

Em fim! Ser mãe, é agradecer há Deus todos os dias, por ele ter dado a nós o dom divino de gerarmos o ser que nos fará a pessoa mais feliz do mundo e nós transformar nessa pessoa maravilhosa que é “mãe” palavra tão pequena com significado infinito.

Parabéns a Todas as Mães!

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Gravações secretas revelam bastidores de Copenhague

Fabiano Ávila - Fonte: CarbonoBrasil/Agências Internacionais

Revista Der Spiegel publicou nesta semana trechos das conversas entre os líderes mundiais durante a Conferência do Clima que mostram como a divisão entre países ricos e em desenvolvimento impediu a formalização de um acordo.

Fechados em uma das salas do Bella Center, em Copenhague, estão 25 líderes mundiais, incluindo Nicolas Sarkozy, Barack Obama, Angela Merkel, Manmohan Singh e representantes do governo chinês. Eles discutem os rumos da Conferência do Clima (COP 15) e como achar um ponto comum que leve a criação de um acordo internacional para a redução das emissões de gases do efeito estufa. Porém, os ânimos estão exaltados e as diferenças de opiniões são grandes demais para que se chegue a um consenso.

Resumindo é isso que mostram os mais de 1,2 gigabytes de gravações, que teriam sido criadas por acidente, que a revista alemã Der Spiegel teve acesso e publicou na edição desta semana. Os diálogos acontecem sob uma atmosfera pesada e fica claro um racha entre os europeus que propõe metas e os chineses e indianos que se negam a aceitá-las.

Em um ponto das negociações, a chanceler alemã Angela Merkel levanta a voz em frustração com os indianos que se recusam a se comprometer com um número exato para a redução de emissões. “Vocês não querem um acordo com força de lei!”, acusa Merkel. Um dos representantes indianos responde: “Porque vocês continuam a fazer presunções? Isto não é justo!”

Merkel então apresenta a proposta européia de um compromisso de corte de 50% das emissões até 2050. A resposta chinesa é curta e direta: “Agradecemos todas as propostas. Mas já dissemos que não podemos aceitar uma meta de longo prazo de 50%”.

Então é o presidente francês que parece perder a paciência. “Com todo o respeito e amizade que tenho pela China. Vocês estão para se tornar a maior economia do mundo, não podem simplesmente dizer que esses compromissos devem ‘ser dos outros e não nossos’. Isto é inaceitável. Alguém tem que reagir a essa hipocrisia.”

O presidente norte-americano Barack Obama tenta moderar a discussão, mas manifesta a insatisfação com a ausência do premier chinês, que preferiu mandar representantes. “Eu sei que o premier está aqui em Copenhague, é ele que poderia tomar decisões importantes.”

O ministro do Exterior chinês, He Yafei, então responde: “Eu não falo apenas por mim aqui. Falo por toda a China. Eu ouço o presidente Sarkozy falar em hipocrisia. Se eu fosse ele evitaria tais termos. Os países industrializados devem assumir a sua responsabilidade por terem causado 80% das emissões durante o último século. Não fujam disso.”

Na opinião da Der Spielgel, toda essa conversa revelaria como a Índia e a China teriam bloqueado a concretização do acordo apesar de todo o esforço dos europeus. Mas o que fica mesmo claro é que as questões fundamentais sobre as metas nunca chegaram perto de um consenso.

A mesma gravação mostra que Obama já pensava em fechar um acordo fora do processo formal da ONU. Ele afirma em determinado momento que espera alcançar um tratado em uma reunião multilateral com menos participantes.

As previsões de Obama estavam corretas, porque uma reunião fechada entre os Estados Unidos e os países do BASIC (Brasil, África do Sul, Índia e China) resultou no que ficou conhecido como o Acordo de Copenhague, que até hoje recebe criticas por ser fraco e ter excluído as demais nações das negociações.

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