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Archive for setembro 2009
A Lista das 10 Tecnologias TOP segundo a consultoria Gartner Group
1. Virtualização: Permite baixar os custos de armazenamento ao eliminar cópias de arquivos.
2. Computação nas nuvens (cloud computing): A internet como plataforma de software e como fornecedor de infraestrutura de armazenamento e processamento tem vantagens poderosas: custo menor, escalabilidade e elasticidade.
3. Computing Fabrics: O Usuario compra os recursos físicos de que necessita – processadores, memória, periféricos -, interconecta-os, como elos de uma cadeia que podem ser recombinados segundo a necessidade. Adeus ás limitações dos servidores auto-suficientes.
4. Arquitetura web: Ambiente ágil, interoperável e escalável, cuja flexibilidade e a padronização gerarão novas soluções para empresas.
5. Aplicações web híbridas (ou mashups): Permitem combinar serviços e capacidades de fontes múltiplas, dentro e fora da empresa, com rapidez.
6. Sistema especializado: O proprietário do servidor instala o software para que realize seu objetivo.
7. Software social e redes sociais: Uma plataforma social para as empresas não permanecerem mudas em um diálogo no qual sua voz deve ser ouvida.
8. Comunicações unificadas: Tecnologias de vídeo, voz, redes e armazenamento continuam se integrando. Maior concentração de operadores.
9. Business Intelligence (BI): Aumenta a eficácia dos gestores na hora de fazer crescer ou transformar a empresa.
10. TI “verde”: Porque o rigor regulamentar aumenta e o condiciona, por exemplo, a construção de data centers.
fonte: HSM julho/agosto
Inovação aberta
| Modelo Fechado | Open innovation | |
| Equipe P&D | Pessoas talentosas trabalham pra gente. | Devemos trabalhar com pessoas ta-lentosas de den-tro e de fora da empresa. |
| Origem das tecnologias | Se nós originamos uma tecnologia, | Não temos que originar a pesquisa para |
| Pioneirismo | Uma companhia que lança uma | Construir um melhor modelo de negócio é |
| Quantidade/ Qualidade | Se criarmos a maioria e as melhores | Se fizemos um uso mais eficiente das idéias |
| Propriedade Intelectual | Nós deveríamos controlar nossas | Nós deveríamos aproveitar do uso das |
O modelo da Open Innovation vai além do de apenas a criação de produtos, mas também atinge toda a organização, buscando fortalece o conceito e torna-lo como pratica do dia a dia na gestão completa da companhia.
Um exemplo foi a Braskem que em 2007, lançou o “Programa de Inovação Braskem”, onde passou a adotar o conceito de inovação aberta. Neste programa foi criado um banco de idéias aberto a sugestões de todos os cantos, de dentro e fora da empresa, que se utilizava de um software criado para auxiliar na avaliação das propostas, em um site aberto à pesquisadores, cientistas, professores, técnicos e funcionários de empresas petroquímicas de qualquer lugar do mundo. [1]
Outro exemplo interessante é a A Procter & Gambler, que atua de três formas diferentes para se conectar com essa idéias inovadoras, adotadas simultaneamente. (1) A empresa divulga em seu site de inovação aberta, como a Innocentive ou o NineSigma, informações sobre suas necessidades técnicas e científicas e aguarda respostas; (2) Posta pedidos de maneira anônima, oferecendo recompensas financeiras, ou ainda (3) utiliza sua própria rede de fornecedores.[1]. Utilizando-se de uma rede global de recursos e sites de troca de conhecimentos on-line, as receitas e o lucro da empresa aumentaram em 42% e 84% nos últimos cinco anos.[3].
Empresas mundialmente conhecidas como a IBM, Embraer, Natura, Boeing, Apple e até a NASA, tornaram a inovação aberta parte de sua estratégia de inovação, fortalecendo-se com as novidades do mercado de idéias criado pela globalização dos recursos tecnológicos e científicos.
Sites como o NineSigma que reúnem empresas, pesquisadores, cientistas, acadêmicos e inventores de todo o mundo. Para encontrar soluções que colaborem na concretização de suas idéias, empresas de diversos países acessam e apresentam demandas nesse sistema, para que outros as ajudem a alcançar as soluções que tornarão viáveis novos projetos. Ou seja, passa a ser um site onde empresas buscam por soluções enquanto que outras empresas vão apresentar suas idéias.
Com esse novo mercado se abrindo, já surge um novo profissional denominado do “Capitalista da Inovação” [2], onde sua atividade é buscar e avaliar conceitos e produtos na comunidade de inventores; desenvolver e aprimorar tais conceitos para que sua viabilidade de produção e potencial comercial possam ser avaliados; e
oferecer os resultados almejados pelas empresas para as quais presta seus serviços. Outros profissionais, também conhecidos como intermediários da inovação, atuam na busca de fontes e recursos externos para a inovação – são os chamados agentes de licenciamento, corretor de
patentes, olheiro de idéias e capitalistas de invenção, que identificam idéias ainda em estado bruto; enquanto que os capitalistas da inovação buscam idéias prontas para o mercado. Os capitalistas de risco e incubadoras de negócios já focam sua atuação em produtos prontos para lançamento.[2]
Alguns números mostram que cerca de 30% das maiores empresas mundiais estão experimentando o Open Innovation. Porem é um conceito ainda pouco dominado.