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Marsylla Salgado Tavares

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50 Thinkers: Marketing se reinventa para novos mercados

Entre os pensadores mais influentes de 2011 eleitos pelo Thinkers 50, é possível encontrar importantes contribuições na área de marketing e inteligência de mercado, começando por W. Chan Kim e Renée Mauborgne.
Ambos dividem a autoria do best-seller Blue Ocean Strategy cujo tema central do livro é justamente a criação de novos espaços não disputados no mercado, tornando a concorrência irrelevante ou inexistente.
A estratégia do “Oceano Azul” propõe a fuga do modelo de benchmarking da concorrência, sugerindo que empresas concentrem esforços na criação de valor inovador.
Mais do que uma luta para superar a concorrência, a estratégia consiste na busca simultânea de redução de custos e diferenciação de produtos e serviços.

Os dois autores denominam a postura convencional de marketing de concorrência como “Oceano Vermelho” e estabelecem as distinções:

Oceano Azul

Oceano Vermelho

Explorar espaços ainda não descobertos

Concorrer nos espaços de mercado existentes

Tornar concorrentes irrelevantes

Vencer concorrentes

Criar e absorver novas demandas

Explorar demandas existentes

Romper com a equação valor versus custo

Operar segundo a equação valor versus custo

Estratégia simultânea em diferenciação e redução de custos

Escolha estratégica entre diferenciação e redução de custos

 

Renée sugere às empresas não depender de seus clientes para implementar uma boa estratégia e concentrar seu foco exatamente no público que não inclui clientes já existentes – é neles que se deve manter as atenções.

Os dois autores ainda sugerem o cumprimento de seis princípios para aplicação do conceito, cada um deles com um risco inerente:
•    Princípios de formulação
•    Reconstrução das fronteiras de mercado (risco da busca);
•    Foco no panorama geral, não nos números (risco do planejamento);
•    Extrapolação da demanda existente (risco de escala);
•    Sequenciamento estratégico (risco de modelo de negócios);
•    Princípios de execução
•    Superação de barreiras internas (risco organizacional);
•    Aplicação da estratégia (risco de gestão).
Nova ótica sobre a abordagem tradicional

Michael Porter, professor da Harvard Business School, ocupa a quinta posição entre os mais influentes gurus de 2011, rankeados pela pesquisa.

No modelo sugerido pelo pensador, o modelo é de uma escola mais tradicionalista do marketing de concorrência, mas que, recentemente, uniu sua teoria das cinco forças aos novos paradigmas do mundo atual.

As cinco forças de Porter colocam a concorrência de mercado como fator resultante de outras quatro forças, às quais também influenciam no cenário atual e incidem diretamente no posicionamento perante a concorrência, por meio dos quatro fatores de influência competitiva.
Diferentemente da teoria de Chan Kim e Renée Mauborgne, Porter concentra esforços em entender o fenômeno da concorrência. Embora represente uma abordagem mais tradicional, o modelo ainda é muito discutido e utilizado como ferramenta de mensuração de mercado por empresas entrantes ou buscando a diferenciação como fator de competitividade.
Referências:

Management Consulting News.

http://www.managementconsultingnews.com/interviews/kim_mauborgne_intervi...

“Blue Ocean Strategy”. Página oficial do livro.

http://www.blueoceanstrategy.com/index.php

Harvard’s Institute for Strategy and Competitiveness.

Fonte: Portal HSM 28/11/2011

Ranking – As 50 empresas mais inovadoras do mundo em 2011

Recentemente, a renomada revista Fast Company divulgou seu ranking com as50 empresas mais inovadoras do mundo em 2011. Listando as organizações que estão mudando a forma como produtos e serviços inovadores são oferecidos ao redor do mundo. Mudanças que impulsionam o desenvolvimento social e econômico dos países.

Nesta lista figuram empresas visionárias, com plano de negócios bem estruturados, líderes em seus mercados e que estão fazendo investimentos milionários agora para poder colher os frutos da sua inovação no futuro. Garantindo um possível, e estrondoso, sucesso a longo prazo.

Algumas mudanças significativas ocorreram da lista do ano passado para esta. O Facebook, líder ano passado, caiu para o terceiro lugar este ano. Já a Apple, que atingiu o topo em 2011, foi a terceira em 2010. Quem subiu muitas posições foi o Twitter, movendo-se da 50ª posição para a 2ª em apenas um ano. O exemplo negativo fica por conta da Amazon, que caiu 25 posições de 2010 para este ano.

Ficou curioso para conhecer as 50 empresas que mais inovam ao redor do mundo? Então confira abaixo a lista completa das empresas, com destaque para as 10 primeiras colocadas e motivo pela qual estão lá. Veja:

1 – APPLE
Por dominar o cenário dos negócios, de 101 maneiras diferentes.

2 – TWITTER
Por seu crescimento expressivo durante 5 anos consecutivos, redefinindo a forma como nos comunicamos.

3 – FACEBOOK
Por seus 600 milhões de usuários.

4 – NISSAN
Pela criação do Leaf, o primeiro carro totalmente elétrico para o mercado de massa.

5 – GROUPON
Por revigorar o varejo – e faturar 6 bilhões de dólares.

6 – GOOGLE
Por melhorar a experiência de pesquisa instantânea na internet.

7 – DAWNING INFORMATION INDUSTRY
Por construir o supercomputador mais rápido do mundo.

8 – NETFLIX
Por transformar-se em uma potência de 9 bilhões de dólares (e esmagar a Blockbuster)

9 – ZYNGA
Por se tornar o “alpha dog” de 500 milhões de dólares dos jogos sociais.

10 – EPOCRATES
Por criar um sistema de prescrição instantânea de remédios, para auxiliar médicos e enfermeiros na hora da consulta.

11 – Trader joe’s
12 – Arm
13 – Burberry
14 – Kosaka smelting and refining
15 – Foursquare
16 – ESPN
17 – Turner sports
18 – Huawei
19 – Intel
20 – Syncardia
21 – Donorschoose.org
22 – Ebay
23 – Nike
24 – Linkedin
25 – Wieden + kennedy
26 – Yandex
27 – Amazon
28 – Opening ceremony
29 – IBM
30 – Amyris
31 – Double negative
32 – Kaspersky lab
33 – Pepsico
34 – Univision
35 – Snohetta
36 – Marks & spencer
37 – Microsoft
38 – Solarcity
39 – Shaadi.com
40 – Voxiva
41 – Cisco
42 – Enerkem
43 – Samsung
44 – Pandora
45 – Ge
46 – Changchun dacheng industrial group
47 – Azul
48 – Stamen design
49 – FX
50 – Madecasse

Muitas surpresas, não? E aí, o que você achou deste ranking? Conhece outra empresa que deveria fazer parte dele? Discorda de alguma que está na lista deste ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo, participe da nossa discussão!

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A educação em tempos do Twitter

Com todos os recursos móveis e em rede, muitas questões nos desafiam como educadores:

1. O papel do professor muda cada vez mais: Ensina menos, orienta mais, articula melhor. Ele se aproxima mais dos alunos, se movimenta mais entre eles.

2. Os tempos das aulas se tornam mais densos, para realizar atividades interessantes, que possam ser pesquisadas, produzidas, apresentadas e avaliadas no mesmo espaço e tempo. São inviáveis as aulas de 50 minutos.

3. As aulas não se resumem só aos momentos presenciais. Aumenta a integração com os ambientes digitais, com os ambientes colaborativos, com as tecnologias simples, fáceis, intuitivas.

4. Os espaços se multiplicam, mesmo sem sair do lugar (múltiplas atividades diferenciadas na mesma sala). O conteúdo pode ser disponibilizado digitalmente. Predominam as atividades em tempo real interessantes, desafios, jogos, comunicação com outros grupos.

5. Há uma exigência de maior planejamento pelo professor de atividades diferenciadas, focadas em experiências, em pesquisa, em colaboração, em desafios, jogos, múltiplas linguagens. Forte apoio de situações reais, de simulações.

6. Ganha importância maior a presença do aluno-monitor, que apóia os colegas e ajuda o professor, tanto nas atividades como nas orientações tecnológicas.

7 Aumenta a integração de ambientes digitais mais organizados (como o Moodle) com recursos mais abertos, personalizados, grupais, informais (web2.0) em todas as etapas de um curso. Para motivar, ilustrar, disponibilizar, pesquisar, interagir, produzir, publicar, avaliar com o envolvimento de todos.

8. Quanto mais tecnologias, maior a importância de profissionais competentes, confiáveis, humanos e criativos. A educação é um processo de profunda interação humana, com menos momentos presenciais tradicionais e múltiplas formas de orientar, motivar, acompanhar, avaliar.

9. É imenso – e mal explorado - o campo de inserção da escola na comunidade, de diálogo com pais, bairro, cidade, mundo, com atividades presenciais e digitais.

10. Podemos ter modelos de organização de aulas, atividades e de materiais formatados para todo o país. Só não podem ser aplicados ao pé da letra nem ficarmos reféns deles. Podem servir como roteiros de orientação dos alunos, personalizando-os, dando-lhes a nossa cara, indo além do que está previsto.

11. A educação continuada, permanente, para todos, formal e informal, presencial e a distância, abre imensos horizontes profissionais, metodológicos, mercadológicos, que mal vislumbramos ainda. Tudo está para ser feito, experimentado e reinventado de forma diferente. A educação pode ser o campo mais fértil da reinvenção, porque todas as pessoas, em todas as idades e condições, precisam desesperadamente de ajuda em múltiplos campos: da formação inicial à super-especializada.

12. Diante de tantas mudanças, tudo o que fizermos para inovar na educação será pouco.

Dez tendências tecnológicas para 2012, segundo o Gartner

Entre elas, a empresa de consultoria põe a mobilidade em primeiro lugar. Constam da lista também as tecnologias contextuais, in-memory, BI e análise de dados.

Dez áreas tecnológicas merecem a atenção das empresas hoje e no próximo ano, segundo estudo recém divulgado pelo Gartner. Entre elas, a empresa de consultoria classifica a mobilidade em primeiro lugar, por forçar as empresas a prepararem o seu software de modo a disponibilizarem acesso às aplicações de todas as formas possíveis e promover a consumerização das TICs ou a abordagem “Bring Your own Device” (BYOD) ou “Bring Your own Technology” (BYOT).

Não por acaso, a segunda maior preocupação para a estratégica dos CIO centra-se nas aplicações e interfaces e sua adaptação ao novo ambiente de mobilidade. A Gartner observa que os parâmetros válidos há 20 anos (baseados em janelas, menus e ícones) devem ser substituídos por tecnologias com enfoque na mobilidade, que incluem sistemas de interacção por toque, por vídeo ou por voz, priorizando novos padrões como o HTML5.

A experiência do usuário de redes sociais e as tecnologias contextuais também serão um ponto extremamente importante na agenda dos líderes de TI para o ano de 2012, na lista da consultoria, junto com a chamada Internet das Coisas, que ocupa a quarta posição na lista. Neste sentido, as tecnologias de comunicação em proximidade ou Near Field Communication (NFC), para pagamentos móveis, começará a ter projetos concretos.

Também relacionada com a mobilidade, está a quinta tendência a ser considerada pelos CIOs no próximo ano: as lojas online de aplicações. A App Store e o Android Market, em conjunto, deverão distribuir cerca de 70 mil milhões de aplicações móveis até 2014. Da perspectiva do ambiente corporativo, isso significa passar de um planejamento mais centralizado para uma abordagem na qual é necessário ter em conta um mercado onde existem vários fornecedores e aplicações. Assim as empresas terão de avaliar melhor os riscos e o valor que cada uma traz para a organização como um todo.

BI e análise de dados

Muitas empresas já usam plataformas de Business Intelligence e soluções de análise de dados. Mas na verdade, diversos estudos têm mostrado que nem todas conseguem extrair o máximo de benefícios a partir delas. Por isso, existe ainda um longo caminho a percorrer nessa área. Considerando a conjuntura econômica, as empresas não podem deixar de investir em soluções capazes de permitir conhecer em profundidade as necessidades e o comportamento dos seus clientes. Isso permite a cada uma delas responder de acordo com as necessidades de seus clientes, melhorando assim seus negócios. Face à contenção nos orçamentos de investimento em TI, as empresas devem procurar extrair o máximo das soluções de BI que já têm. Nesse ponto, o enfoque no “Big Data” pode ser enganador.

A expressão “Big Data” ou grandes volumes de dados é usada para reconhecer o crescimento exponencial de dados, a disponibilidade e o uso da informação em ambientes futuros. Este conceito dá um peso indevido ao volume de informações a ser gerido, segundo o Gartner. Muitos CIO focaram-se simplesmente na gestão de grandes volumes de dados, esquecendo-se muitas outras dimensões relacionadas com a gestão da informação. Deixam no ar, assim, muitos desafios a serem abordados mais tarde, muitas vezes com maiores dificuldades. Questões de acesso e classificação de dados não podem ser negligenciadas. Caso contrário, segundo os analistas da Gartner, a empresa se verá obrigada a um novo investimento massivo – em dois ou três anos – para resolver problemas negligenciados quando da implantação de infraestrutura.

Nova fase para o modelo de cloud computing

Completam a lista compilada pelo Gartner as tecnologias in-memory, e os servidores de baixo consumo energético para cloud computing – a tendência mais comentada no mundo das TIC, desde que apareceu há cinco anos.

Apesar de ser um importante fator no setor das TIC, a cloud computing ainda não está produzindo os resultados esperados. De acordo com um estudo da Symantec, organizações que já investiram em tecnologias de virtualização e em plataformas de cloud, híbridas ou privadas, tendem a seguir um caminho semelhante: evoluir da virtualização de aplicações menos críticas para as mais importantes (como o e-mail e as aplicações de colaboração, de comércio eletrônico e da cadeia de abastecimento, bem como as de planejamento de recursos empresariais e de gestão das relações clientes).

Nesse sentido, mais da metade (59%) pretende virtualizar as aplicações de bases de dados ao longo dos próximos 12 meses. Cerca de 55% pretende virtualizar aplicações Web e 47% consideram virtualizar aplicações de correio electrónico e calendário. Apenas 41% tencionam virtualizar aplicações ERP, segundo a Gartner.

E, à medida que as tecnologias de virtualização e as clouds privadas são cada vez mais adotadas, o custo e o desempenho dos sistemas de armazenamento crescem de importância na hora de escolher um ou outro sistema. Mais da metade dos entrevistados pela Symantec (56%) afirmou que os custos de armazenamento aumentaram com a virtualização de servidores.

Portanto, as três principais razões para a implantação de virtualização de sistemas de armazenamento, incluem redução dos custos operacionais (55%), melhorias de desempenho dos sistemas de armazenamento (54%), e melhorias do potencial de recuperação de desastres (53 %). Embora a tendência seja imparável, a implantação real de cloud computing nem sempre satisfaz os critérios previamente estabelecidos. O estudo observa ainda que os projetos de virtualização de servidores são os mais bem sucedidos. Normalmente existe uma diferença média de 4% entre os objetivos propostos e os alcançados. É uma diferença muito menor do que a registada para os sistemas de virtualização de armazenamento, em torno de 33%, com grandes decepções em termos de capacidades de escala, flexibilidade e redução dos custos operacionais.

Fonte: COMPUTERWORLD/EUA

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Amazônia e Cataratas: entre as 7 Maravilhas da Natureza?

O concurso internacional Novas Sete Maravilhas da Natureza, promovido pela entidade suíça N7W, elegerá até o final do ano as mais bonitas paisagens naturais da atualidade e, nesta disputa, estão dois cartões-postais brasileiros: a Amazônia e as Cataratas do Iguaçu.
Os dois locais concorrem com outras 26 paisagens naturais, de todos os cantos do planeta. Entre elas: as Ilhas Galápagos, no Equador, o Grand Canyon, nos EUA, o Mar Morto, no Oriente Médio, e o vulcão Vesúvio, na Itália.
O público pode escolher as suas sete localidades preferidas até 11/11 e registrar, gratuitamente, seu voto pela internet, no site do Novas Sete Maravilhas da Natureza e, também, no Facebook. É possível, ainda, votar pelo celular: basta mandar uma mensagem de texto para 22046 com o nome da sua Nova Maravilha da Natureza favorita. O custo do SMS é de R$ 0,31, mais impostos.
Aqui no Brasil, já existem dois movimentos empenhados em apoiar as candidaturas dos dois cartões-postais nacionais que participam da disputa: o Vote Amazônia e o Vote Cataratas. Assista, abaixo, aos vídeos produzidos pelas duas iniciativas, com a intenção de conquistar o maior número possível de eleitores para a Amazônia e as Cataratas do Iguaçu. Aproveite e dê o seu voto para essas duas "maravilhas brasileiras"!

 

Caju com resíduos faz do piso à telha

Junte montanhas de buchas de coco; caminhões e caminhões de aparas de papel; toneladas de cascas de arroz e serragem à vontade e você estará às voltas com problemas de espaço em aterros sanitários, alto risco de incêndio e grande probabilidade de entulhamento de cursos d’água. Acrescente LCC e tudo isso vira material de construção de qualidade, com alta resistência!

E o que é LCC? É Líquido de Castanha de Caju, um subproduto da indústria de castanha de caju, disponível e barato em estados como Ceará e Piauí, de onde sai quase 80% da produção brasileira. O líquido é, na verdade, um óleo que recobre o fruto do cajueiro (Anacardium occidentale), lembrando que o fruto é a castanha,  enquanto aquela parte suculenta entre o amarelo e o vermelho a que chamamos de caju é apenas um pedúnculo.

No Brasil, para cada tonelada de castanha de caju processada, são obtidos cerca de 650 quilos de LCC. Como a produção brasileira de castanhas anda em torno dos 230 mil toneladas e o uso industrial do LCC ainda é muito incipiente, não é difícil concluir quanto óleo anda sobrando…

Extremamente corrosivo quando cru, o óleo contém ácido anacárdico, cardanol e diversas outras substâncias de interesse. Dependendo da forma como é extraído, permite a polimerização, ou seja, pode passar por uma reação química que transforma as moléculas, combinando-as como macromoléculas. Em outras palavras, fica tudo quimicamente colado, conferindo resistência extra aos produtos.

A ideia de transformar resíduos de biomassa em material de construção não é nenhuma novidade, mas as misturas destes resíduos agrícolas e industriais com o LCC, sim. Tanto que já foi requerida patente junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). E o engenheiro químico João Tarciso Cyrino Bessa já montou uma empresa para trabalhar com esse tipo de produto, a Aglodeste – Aglomerados do Nordeste Ltda, incubada no Parque de Desenvolvimento Tecnológico da Universidade Federal do Ceará (Padetec).

“É uma indústria-piloto, onde desenvolvemos a tecnologia para fabricação dos aglomerados, com resíduos diversos”, explica. O desenvolvimento durou 18 meses e agora a empresa está pronta para repassar a tecnologia para indústrias interessadas em colocar os diversos produtos no mercado.

O momento é oportuno, dada a queda no preço internacional das castanhas, conforme destaca Selma Elaine Mazzetto, da Universidade Federal do Ceará (UFC), no artigo Óleo da castanha de caju: oportunidades e desafios no contexto do desenvolvimento e sustentabilidade industrial: “A queda no valor das amêndoas e o baixo custo da mão-de-obra nos países produtores concorrentes, atrelados à busca por fontes renováveis como matéria-prima alternativa à petroquímica, fazem da estratégia de valorização do LCC uma perspectiva bastante atrativa”.

Segundo João Tarciso, os aglomerados feitos com LCC são polimerizados. “Foi um aprimoramento que fizemos, que nos permitiu transformar diversos resíduos – como palha de arroz, buchas de coco, papel e entulho de serraria – em pisos, divisórias e até telhas”, comenta o engenheiro. “Depois fizemos diversos testes aqui na empresa: o piso aguenta alto impacto e as telhas – feitas com LCC e papel – praticamente não absorvem água, tendo excelente desempenho”.

A tecnologia foi desenvolvida em parceria com a UFC e contou com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Além dos materiais de construção, o mesmo processo também pode servir na produção de tubulação para esgotos, fabricação de circuitos impressos e isolantes.

Como vemos, está na hora de mudar os dizeres da sabedoria popular “tudo o que é demais sobra, tudo o que sobra é resto e tudo o que é resto vai para o lixo”. No caso do caju e dos resíduos agroindustriais estudados no Padetec, tudo o que é demais e sobra pode virar parede, piso, telha, cano, casa, escritório, loja…

Fonte: Planeta Sustentável

O Lixão Verde

Descubra, no infográfico da Superinteressante, como o gás gerado pela matéria orgânica em decomposição, nos aterros sanitários, pode ser aproveitado para gerar energia suficiente para abastecer uma cidade inteira
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Microempresa mostra que é possível vender para o exterior

A Flex Deck, microempresa de Brasília especializada na produção de decks de madeira com base plástica, exporta um contêiner por semana com destino aos Estados Unidos, Canadá e Arábia Saudita, mas pretende, em breve, multiplicar por cinco esse volume. “Neste momento estamos estreitando relações com distribuidores locais, em especial da Europa, Estados Unidos, Canadá e Arábia Saudita, e aguardando a retomada da economia internacional para ampliarmos nossas exportações”, informa o diretor-presidente da empresa, Sebastião Adorno.

Para alcançar esta meta, o empresário explica que será necessária a implantação de uma logística de comércio e a redução dos custos de produção, em especial, da matéria–prima (polipropileno).

A política da empresa é oferecer ao mercado interno o mesmo padrão de qualidade dos produtos que exportam. Neste sentido, têm obtido o apoio do Sebrae, com a participação em cursos oferecidos pela instituição. Na área de exportação, conta com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). Para aqueles que desejarem seguir os passos de sua empresa, Adorno dá um conselho: “antes da inserção do produto no mercado internacional, é necessário conhecer o mercado que deseja atingir e se apropriar de outras informações, tais como hábitos e cultura do país”. Essa receita foi seguida à risca pela Flex Deck, que em outubro fará o lançamento de seus produtos em Dubai.

Fernando Japiassu, proprietário da micro-empresa Summer Shop, marca de roupas de praia e sportwear, afirma que também sentiu a retração do mercado internacional desde 2010 e esse processo se acentuou em 2011. Ele credita o fato à situação econômica internacional e também à questão cambial que, segundo ele, favorece o turismo externo e desestimula as exportações.

“Neste ano, nosso principal destino internacional é o mercado chileno”, destaca Japiassu. A empresa ainda registra a venda para países da África e Europa, embora em uma porcentagem, segundo ele, “simbólica” frente às 10 mil peças produzidas mensalmente pela marca.

Com os olhos direcionados ao mercado nacional, Fernando Japiassu observa que houve uma ampliação no número de clientes brasileiros, mas não registra um aumento significativo nas vendas. “Temos um maior número de clientes. No entanto, eles estão comprando em menor quantidade”, explica.

Fonte: Exame

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10 lições de Steve Jobs

Steve Jobs. (Foto: Divulgação)Você tem uma empresa? Quer ter uma? Então por que não ficar atento ao estilo de gestão e inovação que Steve Jobs ajudou a consolidar? Sem dúvida alguma, a partida precoce aos 56 anos do co-criador da Apple, deixa um vácuo enorme quando o assunto é inspiração criativa. Mas também nos deixa lições de como enxergar, remodelar e fazer progredir os negócios.
No Livro “A Cabeça de Steve Jobs”, Leander Kahney nos dá algumas pistas daquele que seria o “jeito Steve” de criar produtos e fazer negócios. Preparamos uma adaptação livre que, acredito, pode ser útil em vários momentos.
Primeira lição: concentre-se naquilo que você faz melhor. Delegue o resto.
Se você faz bons produtos, torne-os ainda melhores. Se faz bom atendimento e entrega serviços de qualidade, este é seu negócio. Se é um bom fotógrafo priorize os seus cliques e assim por diante.
Segunda lição: mantenha o foco e a simplicidade.
Hoje, o mundo já é suficientemente complexo. O diferencial é sempre apresentar “menos” que faça “mais”. Importante: manter o foco, na maioria das vezes, significa dizer não. Não à excesso de informação, não a complexidade dos relacionamentos profissionais, não à burocracia.
Terceira lição: tenha opções
Sempre que desenvolvia um novo produto, Jobs insistia em ter opções, variações. Assim, tinha certeza que poderia escolher sempre a melhor entre elas. Uma derivação deste pensamento é que você não pode fazer concessões à excelência do seu trabalho. Ela deve ser sempre o seu Norte.
Quarta lição: tenha obsessão pelo design
Você pode adaptar este pensamento à criação de sua empresa, produto ou serviço. Para Jobs o design era apenas a função. O consumo do produto era o consumo do design em si. Por isso, a retirada de produtos da caixa era tão importante quanto o uso do produto em si. Você pensa integralmente na experiência de seu cliente com o seu produto ou serviço?
Quinta lição: só trabalhe com e para os melhores.
Demita e dispense os idiotas. E não se esqueça que equipes pequenas trabalham melhor. Inclusive porque, assim, você pode ouvir “não” de algumas pessoas. Aliás, outra lição: evite pessoas que só concordam com você.
Sexta lição: o consumidor deve ser sempre o seu alvo
Consumidores, clientes e demais interessados em sua empresa são seu alvo principal. Principalmente quando eles ainda não sabem o que querem. Mas você sabe o que vender.
Sétima lição: aproveite seu conhecimento acumulado. Evite começar do zero
Aproveitar lições aprendidas é um encurtador de distâncias enomenal. Não tenha medo de aproveitar o conhecimento acumulado.
Oitava Lição: tenha sempre prazos em mente.
Fundamental em qualquer negócio, vai ajudar você a fazer concessões e manter o foco. E a dizer não.
Nona lição: a tecnologia sozinha não importa. A sua combinação, sim.
Telas de toque não são sucesso sozinhas. Telefones celulares já existiam. Programas rápidos e funcionais também. Reunir tudo isso no iPhone foi o que fez dele um produto mais valioso do que a soma das tecnologias envolvidas.
Décima e mais importante lição: acompanhe o mercado em busca dos “vetores perdidos no tempo”.
Para Jobs, estes vetores são como forças invisíveis envolvendo inovação e desenvolvimento de produtos complementares ao seu que, lá na frente, se reunirão para dar vida a uma grande ideia. É fundamental acompanhar o movimento destes vetores e antever o seu encontro.
Para fechar
Não que toda lição aprendida funcione para qualquer negócio. Mas, só recordando, estamos falando de quem criou a maior empresa de produtos e tecnologia do mundo. Duas vezes.
Fonte: Da Contém Conteúdo
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Votação do projeto que altera Simples é adiada para próxima semana

SÃO PAULO – O projeto de lei que estabelece mudanças no Simples Nacional será votado somente na próxima semana. A prorrogação atende a um pedido da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos). A previsão do relator da matéria, José Pimentel (PT-CE), é que a proposta seja votada na reunião da comissão na próxima terça-feira (27), seguindo então para votação do Plenário.

O projeto recebeu dez emendas, que foram rejeitadas pelo relator, para evitar que o texto precise voltar à Câmara. No entanto, Pimentel explicou que as emendas serão consideradas em substitutivo do projeto de lei complementar 467/2008, que também altera a lei do Simples Nacional e que está sendo analisado pelo Plenário do Senado.

Sobre as alterações
A medida estabelece a ampliação de limites de enquadramento no regime simplificado de tributos. Com isso, a receita bruta anual para pequenas empresas seria de R$ 3,4 milhões, de R$ 360 mil para microempresas e de R$ 60 mil para microempreendedores individuais.

A proposta prevê ainda o parcelamento, em até 60 meses, dos débitos nos órgãos de arrecadação. A medida inclui parcelamento de impostos federais, municipais e estaduais em atraso, como o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Serviços), ISS (Imposto Sobre Serviços), entre outros.

“Em 2006, quando aprovamos o Simples Nacional, impedimos o parcelamento. Hoje, quando uma pequena empresa ultrapassa dois meses sem recolhimento de um dos impostos, ela é excluída e vai para a tabela de lucro presumido. Com isso, nem consegue pagar o que devia e nem sobrevive, indo a falência”, disse Pimentel, segundo a Agência Senado.

Ele acrescentou ainda que existem cerca de 560 mil micro e pequenas empresas com dívidas por atrasos de pelo menos dois meses no recolhimento de impostos.

Fonte: InfoMoney

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Revolução silenciosa

O sucesso das empresas está diretamente relacionado à forma como inova na gestão de recursos e talentos. Confira.

A palavra inovação, em geral, leva a pensar em novidades relacionadas à tecnologia, a novos produtos que executem funções de forma mais rápida, mais barata e segura.

No entanto, é um equívoco restringir o conceito de inovação ao desenvolvimento de produtos tecnológicos. Se inovação significa o mesmo que renovação, logo pode e deve ser aplicada também a estratégias e metodologias de gestão e gerenciamento.

Conforme afirmou Moysés Simantob, professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas), co-fundador e coordenador do Fórum de Inovação da FGV, durante o Fórum de Inovação da instituição, “não basta lançar ou aperfeiçoar produtos e serviços, é necessário olhar a empresa de forma sistêmica e buscar a sustentabilidade para que se tenha uma gestão inovadora.”

É precisamente com base nessa percepção que Gary Hammel – um dos mais renomados especialistas do mundo em gestão, eleito um dos mais influentes pensadores de negócios do mundo pelo The Wall Street Journal – afirma que a inovação da gestão é a invenção mais importante da humanidade no último século.

Para Hammel, a inovação em gestão é capaz de criar vantagem de longo prazo para as empresas, e um dos grandes desafios é saber como as empresas mais bem-sucedidas de amanhã serão organizadas e administradas.

Ou seja, o sucesso dependerá diretamente da diferente maneira como as empresas gerenciam a capacidade, distribuem recursos, desenvolvem estratégias e avaliam o desempenho.

Para tanto, o primeiro passo recomendado por Hammel é buscar a coordenação de esforços por parte dos colaboradores sem impor uma hierarquia opressiva. Caso contrário, alerta ele, o risco é sufocar o talento de profissionais rebeldes, dogmáticos e de espírito livre.

A dificuldade é maior em empresas de maior porte, com culturas organizacionais já plenamente consolidadas. Conforme afirmou Hammel em entrevista para a revista HSM Management, edição 85, essas companhias, “se quiserem ser mais inovadoras e inteligentes do que uma multidão crescente de start-ups, devem aprender a inspirar seus funcionários para que dêem o melhor de si todos os dias”.
Inovação de berço

O espaço para a inovação em gestão é maior nas pequenas empresas não apenas pela maior agilidade que essas organizações têm de adaptar a novas realidades. O que existe, além disso, é uma necessidade imediata de encontrar alternativas à falta de crédito, à burocracia estatal, à altíssima carga de impostos, à falta de políticas públicas que visem às micro, pequenas e médias empresas.

Logo, para executar um plano de marketing nessas condições, só resta ao pequeno empreendedor buscar a inovação gerencial. Isso significa que nem sempre ele vai, por exemplo, competir com seus concorrentes pelo melhor preço ou pela maior qualidade do produto ou serviço em si.

Nesses casos, o que pesa é a possibilidade de atender ao cliente de uma forma inovadora – seja no atendimento, na entrega ou em algum outro aspecto operacional.

Moysés Simantob, professor da FGV acredita que as organizações buscam desenvolver e incorporar a capacidade de inovar quando já são líderes de mercado ou almejam alcançar destaque em seus segmentos.
Também é fator motivador para a inovação a atuação em mercados instáveis, assim como períodos de indefinição ou de mudanças aceleradas. Em suma, para ele o que motiva as empresas a inovar em suas estratégias de gestão é a busca por sistemática pelas novas oportunidades de negócio, com possibilidade de alavancar competências existentes.

Fonte: HSM

Criatividade produtiva

Se você realmente quer despertar a criatividade em sua mente, saia um pouco da sua mesa de trabalho. Segundo Ken Robinson, especialista em criatividade, inovação e pessoas, a criatividade é melhor desenvolvida em outros ambientes, como por exemplo, em balés, galerias de arte, exposições, eventos esportivos ou, até mesmo, mudando o trajeto de casa até o trabalho. Isso porque não há outra forma de estimular o pensamento criativo sem novas experiências.

Mozart Lacerda Filho, psicólogo e músico especialista em recursos humanos, acredita que a alta velocidade das transformações das empresas cria grande dificuldade de estabelecer padrões de comportamento.

Como as normas previamente estabelecidas estão cada vez mais fragilizadas devido à dinâmica do trabalho atual, há poucas garantias sobre qual será o conhecimento demandado no futuro.

Daí decorre a única solução visível: tornar os executivos hábeis e atentos para tomar decisões por si só e de maneira cada vez mais rápida. Quem ganha com isso? O pensamento criativo.

Experiências em rede

Uma vez que a criatividade está ligada ao repertório cultural e corporativo, quanto mais experiências estiverem conectadas no momento de desenvolver uma solução baseada no pensamento criativo melhor.

Ganha força, portanto, o trabalho em equipe e as relações entre os mais diferentes departamentos. Foi o que disse Robinson: “em suma, para incentivar uma cultura de inovação, deve-se reconhecer que o pensamento criativo não vem do esforço individual, e sim da colaboração, do trabalho em equipe, de combinar as ideias das pessoas”.

Lacerda credita às empresas a responsabilidade por fomentar o incremento de novas ideias, o que pode ser feito com estímulo ao desafio, ensinando os colaboradores que o problema pode e deve ser parte da solução.

Para reverter esse quadro é necessário treinamento e espaço dentro das empresas para que seja possível criar um ambiente em que o pensamento criativo, que surge naturalmente, seja valorizado e não desperdiçado.

Princípios da criatividade

De acordo com Robinson, predomina uma visão limitada de inteligência, baseada em testes racionalizados de QI. Ficam de lado, portanto, todas as outras infinitas maneiras de entender inteligência e criatividade. Seria preciso, na opinião dele, valorizar tanto as pessoas que pensam visualmente quanto as que raciocinam melhor por meio do som ou do movimento, por exemplo.

Algumas dicas podem auxiliar. Confira:
1 – Atitude: catalisadora de energia criativa e agregadora de habilidades e talentos. Ver-se como alguém criativo é passo importante para liberar a imaginação e aproveitar habilidades e conhecimentos.
2 – Desafiar suposições: temos crenças – e somos afetados pelas crenças de outras pessoas – que nos impedem de usar a imaginação e resolver os problemas criativamente. É importante identificar e listar as suposições, convenções e crenças que afetam a compreensão, análise e solução, e livrar das que não são verdadeiras ou que se tornaram obsoletas.
3 – Quebrar regras: na solução de problemas e na inovação é importante questionar as regras, especialmente quando elas aprisionam a mente a velhos hábitos e modos de pensar.
4 – Não ter medo de errar: grandes invenções raramente resultam de golpe da sorte, mas da sucessão de tentativas frustradas.
5 – Acreditar que há mais de uma solução certa: é essencial separar a fase de geração de ideias da fase de julgamento. No trabalho em equipe, deve-se ficar atento para os comportamentos que desencorajam as contribuições dos participantes, bloqueiam suas mentes e minam o espírito de equipe.
6 – Persistir: experimentar e ter alguns fracassos faz parte do processo de geração de ideias e inovação. O segredo do sucesso está na constância de propósito, em manter-se firme apesar dos percalços no caminho.

Fonte: HSM

10 Idéias para tornar sua vida mais simples e melhor

Cada vez mais pessoas estão descobrindo que menos é mais, que não é preciso tantos objetos nem grandes tarefas para tornar a vida valiosa e confortável. Mas não é preciso esperar a simplicidade virar moda: comece a virar o jogo aqui e agora.

Numa época em que tudo ao redor parece complicado, a busca por uma vida simples e saudável parece sonho. Administrar o trabalho e os relacionamentos tornou-se uma tarefa difícil, incessante.

Chegamos a ter saudades do tempo em que não havia computador, TV a cabo e telefone celular. Viramos escravos das novidades, dos últimos modelos, das versões atualizadas, dos upgrades, da informação em tempo real...

Um fio que se parte é suficiente para provocar o caos: nos sentimos desconectados do mundo, em algum buraco negro da civilização.

Uma passagem atribuída a um personagem lendário do sufismo, Muslah Nasrudim - aquele que sempre aparece em anedotas e contos de humor e fina ironia -, ilustra bem a necessidade de resgate das coisas que realmente importam na vida. O astuto Nasrudim transportava em um barco um homem famoso por sua erudição. Ele pergunta a Nasrudim se havia aprendido gramática, ao que esse responde que não.

O erudito afirma, então, que, com isso, Nasrudim perdeu metade da sua vida. O herói, por sua vez, pergunta ao erudito se aprendeu a nadar e este diz que não. "Então, o senhor perdeu toda sua vida", diz Nasrudim, "pois estamos afundando." Esse relato mostra o que acontece quando se dá prioridade ao que é desnecessário - quem precisa de um barqueiro que conhece gramática? - e se colocam em plano secundário as coisas mais simples da vida - como aprender a nadar.
Um bom começo é nos livrarmos de tudo o que é supérfluo. Temos de aprender a doar livros, roupas e badulaques que sobram nas gavetas e nos armários. É possível também aliviar a carga nas responsabilidades diárias, no excesso de compromissos e de atividades. E consumir com mais critério, sabedoria, evitando produtos que aumentem a poluição em nosso organismo ou no meio ambiente.

Com uma dieta saudável, sem usar a comida para compensar ansiedade ou frustrações, corpo e alma tendem à harmonia, nos poupando tempo, energia (e um bom dinheiro) com médicos, analistas e remédios. É certo e líquido.
Você vai ver, a seguir, 10 sugestões para tornar a vida muito mais leve e plena. Claro, não é uma lista completa - ficou de fora " aprenda a nadar" , por exemplo -, nem professa que pode mudar sua vida ou salvar o mundo. Isso só você pode fazer.
1. Conheça a si mesmo

Um dos ensinamentos do Budismo diz que a ignorância é a causa de todos os problemas e sofrimentos, mas que a ignorância sobre si mesmo é a maior de todas as ignorâncias. Sábias palavras: envolvidos em obrigações e compromissos, não temos tempo para olhar para dentro de nós. Vivemos ligados nos aspectos concretos da sobrevivência - as contas para pagar, os telefonemas a fazer, a lista de compras etc. - apenas com uma vaga percepção de nossos processos internos. Então, desempenhamos os diferentes papéis - filho, pai, esposa, namorado, amante, funcionária, chefe - seguindo um "roteiro" imposto pelos outros, sem levar em conta as nossas necessidades. Uma tremenda complicação. "Somos condicionados por regras, crenças e ideologias herdadas ou adquiridas no dia-a-dia. Sem procurar o autoconhecimento, vivemos ligados no piloto automático", diz Ken O'Donnell, diretor para a América do Sul da Universidade Espiritual Mundial Brahma Kumaris e autor de livros sobre emoções e espiritualidade. "Momentos de introspecção são fundamentais para avaliarmos se estamos no caminho certo."
A meditação é a mais conhecida ferramenta para "olhar para dentro". Meditar, em princípio, não significa sentar em posição de lótus, acender incenso e ouvir música new age. Isso pode valer quase nada se o praticante não tomar consciência de seus processos internos, tanto físicos, quanto mentais ou emocionais.
Há uma parábola que compara nosso mundo interior a uma casa, onde tudo está em bagunça. Coisas fora do lugar, horários malucos, os cães com fome, o jardim em abandono. Durante a meditação, temos a oportunidade de chegar nessa casa de repente - quase sempre para encontrar o mordomo ou qualquer outro no comando. Se a intenção é reassumir e manter a nossa liderança na casa, precisamos fazer essas visitas-surpresa com regularidade.
"A meditação pode ser simplesmente uma reflexão mais profunda e organizada", explica Ken O'Donnell. Algumas técnicas estão ligadas a religiões, filosofias ou artes marciais. Outras misturam várias linhas. É possível fazer um curso de meditação ou mesmo tentar sozinho, com o auxílio de um bom livro.
Falta de tempo não é desculpa: o pensador russo George Ivanovitch Gurdjieff (1872-1949) ou o líder espiritual indiano Mohan Chandra Rajneesh, o Osho (1931-1990), sugerem a "meditação em movimento" (confira também as idéias do poeta e mestre zen vietnamita Thich Nhat Hanh, a partir da página 64).
É possível meditar em pé, fazendo caminhadas, cuidando das plantas, durante uma reunião de trabalho, dirigindo ou em meio ao burburinho de uma feira. É impossível controlarmos a vida à nossa volta, mas podemos controlar a nossa vida.
2. Pratique o bem

Gestos de generosidade, fraternidade e preocupação com o próximo, com os animais ou o meio ambiente têm o poder de nos fazer sentir inspirados, felizes e de bem com a vida. "Praticar o bem é instintivo no ser humano e as religiões se apropriaram dessa idéia, prometendo aos bons o reino dos céus", explica Denise Gimenez, professora de Ciências da Religião do Departamento de Teologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC), de São Paulo. "Quem faz caridade se sente ainda mais gratificado do que quem recebe." A qualidade de nossos atos e palavras é capaz de influenciar nossa vida, segundo a relação de causa e efeito. Toda e qualquer ação ecoa pelo universo, o que nas tradições ocultas chama-se "lei da ressonância". E não é apenas se doar para os outros. É preciso também procurar o bem para nós mesmos. E essa felicidade pode estar nas atividades simples e corriqueiras.
Há sinais muito claros de que a ficha da generosidade está caindo. Grandes e pequenas empresas de todo o mundo já abandonaram a idéia paternalista da filantropia para se envolver de verdade com as comunidades, com as organizações não-governamentais e com os projetos que incluem benefícios sociais. Em nível individual, essa atitude conta pontos para as nossas carreiras, ainda que não seja essa a intenção primeira do nosso gesto.
3. Aproxime-se da natureza

"Nada é pior do que as leis que regem a vida nas cidades", disse recentemente o artista plástico polonês Frans Krajcberg. "Vivemos em bunkers e se queremos saber o que está acontecendo, ligamos a televisão." Você deve ter ouvido falar de Krajcberg: ele cria esculturas com troncos carbonizados e mora no sul da Bahia como Tarzan, numa casa em cima de uma árvore. Mas nem precisa tanto: basta entrar em contato com a natureza, às vezes numa breve caminhada, para experimentar a calma, a lembrança de o quanto a vida pode ser simples e descomplicada. Os xamãs, sábios curandeiros presentes em todas as culturas desde a pré-história, consideram a natureza um santuário e ensinam a respeito da importância dos momentos de solidão na selva - também serve a mata do parque perto da sua casa. O ideal é, ao menos uma vez por mês, viajar para o campo ou para a praia, tomar banhos de mar ou cachoeira, percorrer trilhas, acampar, pescar, quem sabe até ousar nos esportes radicais, como mergulho, rafting, rapel ou vôo livre.
Cyro Leão, terapeuta floral e corporal, professor da escola de xamanismo Paz Geia, em São Paulo, lembra que leitos de riachos são fonte de saúde e paz de espírito. "As pedrinhas estimulam os meridianos dos pés, linhas de energia que correspondem a todos os órgãos do corpo." Basta andar descalço na terra, na areia ou na grama para equilibrarmos em nosso corpo as cargas de eletricidade e de outras energias invisíveis. Ou seja, até uma caminhada no jardim de casa pode fazer uma grande diferença.
4. Livre-se do supérfluo

Imelda Marcos, ex-primeira dama das Filipinas, orgulhava-se de possuir 3 000 pares de sapatos (não é difícil imaginar por que seu marido, o ditador Ferdinand Marcos, foi deposto e banido pelo povo). Mesmo sem esse exagero, muitas vezes damos mau exemplo vivendo cercados de roupas, livros, discos, papéis, quinquilharias que não nos servem mais. A mesma coisa nas finanças: precisamos realmente de três cartões de crédito? Contas em vários bancos? Para os chineses, objetos sem uso, quebrados ou amontoados, geram estagnação de energia, com efeitos negativos sobre a saúde, o trabalho ou os relacionamentos dos moradores da casa. Esse é um dos principais ensinamentos do feng shui, mistura de ciência e arte praticada há 6 000 anos, que ensina a adequar as forças da natureza nos diversos ambientes para conseguir harmonia e daí bem-estar. A solução chinesa é simples: doe ou jogue fora tudo o que não tenha mais finalidade ou uso. "Não é preciso pôr no lixo fôrmas de bolo que são pouco usadas, mas é bastante recomendável doar o vestido de noiva da sua avó", explica o consultor de feng shui Eduardo Svetlosak, de São Paulo.
Quando nos cercamos de coisas inúteis, não desperdiçamos apenas espaço no ambiente, mas também dentro de nós. Livres das coisas velhas, damos chance para que o novo entre em nossa vida. Na própria lida de uma boa faxina, em geral procedemos também a um esvaziamento da mente, eliminando memórias e apegos que não nos servem mais.
5. Desacelere

Sua vida nada mais é que pular de uma atividade a outra? Ir de casa para o trabalho, dali para a escola e, no meio tempo, academia, curso de inglês e computação? Você vive enrolado em compromissos, telefonemas, e-mails, reuniões? Então, está mais do que na hora de puxar o freio de mão. Tente parar um momento e refletir se é possível aliviar essa sobrecarga. A dica de ouro é separar o que é importante do que é urgente. A clareza de propósitos leva a decisões acertadas, economiza tempo, energia e recursos. "A vida é o reflexo do nosso mundo interior", afirma Ken O'Donnell, da Universidade Espiritual Brahma Kumaris. "Quanto mais nossa cabeça estiver confusa e ocupada com pensamentos inúteis, mais complicado será o nosso dia-a-dia."
O especialista sugere que nos desconectemos do turbilhão várias vezes por dia, fazendo pausas de duas em duas horas, durante não mais do que 30 segundos. Nesses momentos, convém prestar atenção na respiração, que deve ser tranqüila e profunda. Observar o tráfego de pensamentos, em vez de ingenuamente se deixar levar por eles, é um grande progresso. Outro truque é, logo de manhã, antes de mergulhar na roda-vida das obrigações, ponderar sobre as reais necessidades e prioridades do dia. E à noite, na hora de dormir, reservar novamente um tempinho para um balanço final.
No livro Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes, o escritor Stephen Covey produz uma pérola: "É melhor ter uma bússola do que um relógio". É isso. Os momentos de introspecção ajudam a resgatar a bússola.
6. Consuma com consciência

"Menos é mais." A máxima é atribuída ao arquiteto e designer holandês Ludwig Mies van der Rohe (1886-1969), um gênio dos projetos minimalistas. Muitas pessoas, inclusive aquelas para as quais dinheiro não é problema, estão descobrindo que consumir não necessariamente traz felicidade. E que qualidade, tanto quanto responsabilidade, deve estar sempre na frente da quantidade. Segundo o Fundo Populacional das Organizações das Nações Unidas (UNFPA), uma criança nascida em um país industrializado, onde os níveis de consumo são altíssimos, colabora para o desperdício e poluição ambiental o mesmo que 30 a 50 crianças nascidas nos países em desenvolvimento. Comprar com discernimento, portanto, não significa reprimir desejos, mas nos reorientarmos em direção a novos valores, tendo em mente o impacto ambiental e social que produzimos através da cultura do excesso.
Uma ONG que promove o consumo consciente, o Instituto Akatu, de São Paulo, acredita que o consumidor pode transformar o mundo ao evitar desperdício de comida, de água e de papel. Segundo dados do Akatu, se um milhão de pessoas usarem a frente e o verso do papel para escrever, a cada mês seriam preservadas árvores suficientes para cobrir 18 campos de futebol. A preocupação vale para a água, um bem natural que tende a se tornar raro nas próximas décadas. Se um milhão de pessoas reduzissem seu banho de 12 para 6 minutos, seriam economizados mensalmente 1,62 milhão de metros cúbicos de água, o suficiente para abastecer 432 mil pessoas por dia. E os gastos com energia diminuiriam o equivalente a uma usina de 700 megawatts - como a de Angra I, em Angra dos Reis, RJ. Enfim, se as "contas para pagar" são o inferno da sua vida, reduzi-las é um passo crucial rumo à simplicidade e ao bem-estar.
7. Cultive a auto-suficiência

Ser auto-suficiente não significa apenas conquistar independência financeira e pagar sozinho as contas e o aluguel, mas principalmente contar com as próprias reservas internas para enfrentar os desafios rotineiros. "Quanto mais contamos com os outros, maior o risco de frustração", afirma a psicoterapeuta junguiana Lúcia Rosenberg, de São Paulo. Precisamos também fortalecer a auto-estima, evitando nos tornarmos dependentes da aceitação das pessoas. "Quem busca aprovação em tudo o que faz perde a autoconfiança", diz Lúcia. "É preciso contar com a certeza de estar fazendo o melhor, caso contrário corremos o risco de virar um eterno carente." Uma forma de dependência comum é depositar as chances de ser feliz nas mãos dos outros: namorado(a), marido, mulher ou filhos. Baixar os níveis de expectativa sobre o comportamento das outras pessoas e tentar se concentrar nas próprias possibilidades é a chave para aprender a ser auto-suficiente. Não há escolha: somos os únicos responsáveis por nossa felicidade.
8. Coma com sabedoria

Os rabinos judeus há séculos atribuem à comida um significado cósmico e adotam o conceito do leve/pesado em vez do gordo/magro. Para eles, não é improvável que uma pessoa obesa seja "pesada" em vários sentidos e não só na balança. "A dieta não serve para ficar mais magro, mas sim para ficar mais leve", afirma o rabino Nilton Bonder no livro A Dieta do Rabino - A Cabala da Comida. Na prática, comer com discernimento não significa abrir mão dos prazeres da boa mesa, mas usar o equilíbrio toda vez que fazemos o prato ou abrimos a geladeira. É ter consciência do que estamos querendo: matar a fome e a sede ou compensar frustrações e afogar mágoas? É bom também comer sem pressa, saboreando cada garfada. "Engolir" a comida aumenta a ansiedade e a tensão. Uma dieta saudável inclui frutas, verduras, legumes, sucos e cereais integrais. Moderação é recomendável quando se trata de doces, bebidas alcoólicas e carnes vermelhas, frituras, refrigerantes, salgadinhos e alimentos industrializados. Ao optar por produtos frescos, pode-se até abrir mão de equipamentos como freezer e forno de microondas: bastam o fogão e a geladeira, como antigamente.
9. Exercite a aceitação

"É que Narciso acha feio o que não é espelho"... O verso de Caetano Veloso em "Sampa" ajuda a compreender a dificuldade do ser humano de aceitar diferenças. Em geral, somos pouco afeitos a acatar opiniões e pontos de vista conflitantes com os nossos. Desperdiçamos energia julgando e recriminando as pessoas à nossa volta - e a nós mesmos - com base em opiniões já formadas. Esse julgamento é feito por meio da comparação: bom ou ruim, bonito ou feio, certo ou errado...
Para o Budismo a verdadeira compreensão está além da comparação e significa reconhecer a singularidade de cada coisa e cada pessoa. Aceitar os outros tal como são é a mais sublime e apaziguadora forma de respeito.
Aceitação inclui também ter jogo de cintura para enfrentar imprevistos sem desperdiçar energia. "Tentamos enquadrar os acontecimentos em um roteiro que só existe em nossa cabeça e nos consideramos aptos a lidar apenas com o que havíamos idealizado", explica a terapeuta junguiana Lúcia Rosenberg.
10. Ria bastante

Séculos antes de Cristo, na Grécia, os médicos atribuíam as diferenças de vitalidade entre os indivíduos aos "humores" do corpo - líquidos como sangue, bílis e linfa. Eles acreditavam, por exemplo, que uma pessoa mal-humorada tinha alguma disfunção no fígado, o que a deixava amarga como a própria secreção do órgão, a bílis. Todo mundo sabe que uma boa risada é antídoto milagroso para os males do corpo e do espírito. Mas para aliviar o peso que colocamos em nossas próprias costas, é preciso aprender a rir de nós mesmos, de nossos erros e bobagens. O mau humor é conseqüência da frustração que sentimos frente a exigências que impomos a nós mesmos ou que achamos que os outros esperam de nós. "Pessoas com o dom do humor têm a certeza secreta de que tudo é relativo, tanto as vitórias quanto os fracassos", escreveu num ensaio a indigenista colombiana Gladys Jimeno Santoyo.
O riso contribui para baixar os níveis de cortisol e adrenalina, hormônios que provocam aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial. Não é piada. "Quando agem no organismo por períodos prolongados, esses hormônios podem causar hipertensão e problemas cardíacos", explica Luiz Eugênio Mello, professor de Neurofisiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ou seja, quem ri não só vive melhor, como também vive mais.

Fonte: Revista Vida Simples - Editora Abril

Equipe @Terrachamando

Escrito por Wilson F. de Weigl , Roberto Wagner

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Yahoo! e Facebook lançam desafio a internautas para testar teoria dos ‘seis graus de separação’

 

Yahoo! e Facebook uniram forças para testar se a teoria “seis graus de separação” é realmente válida. Criada na década de 60, ela afirma que as pessoas estão conectadas umas às outras por apenas seis elos. Através do aplicativo “Small World Experiment” , os pesquisadores do Yahoo! Research lançaram um desafio aos usuários da rede social mais famosa do mundo: entregar uma mensagem a um desconhecido (de qualquer lugar do mundo) por meio outros amigos.

“O usuário perceberá como está conectado a pessoas que jamais poderia encontrar normalmente”, dizem os estudiosos.

Como funciona o “Small World Experiment”

Para participar, basta acessar a página do “Small World Experiment” e seguir o passo-a-passo do teste. Depois de aceitar o voluntariado, o internauta receberá dados de um desconhecido, como nome, sexo, país onde mora, idade e colégio onde estudou. Para entregar a mensagem ao “alvo”, é preciso escolher um único amigo do Facebook, que deverá continuar a cadeia de tentativas.

Usuário escolhe um amigo para tentar enviar a mensagem ao "alvo desconhecido"

A teoria dos 'seis graus de separação'

Em 1967, o sociólogo Stanley Milgram enviou quase 300 cartas a desconhecidos escolhidos aleatoriamente em Omaha, Nebraska (EUA). O texto instruía os destinatários a fazer com que o conteúdo chegasse a um mesmo indivíduo “alvo”, um corretor de ações de Boston.

O sociólogo de Harvard deu algumas informações sobre o sujeito, como nome, endereço e ocupação. Os dados seriam usados para que as pessoas pudessem achar alguém mais próximo do alvo do que eles.

Das 300 cartas, 60 chegaram ao destino final. E um dado intrigou Milgram: o número médio de contatos foi de seis, resultado que derivou a expressão “seis graus de separação”. Como a maioria das cadeias no experimento de Milgram nunca chegou ao destino, outros estudiosos sugeriram que a sentença não é verdadeira.

Yahoo! e Facebook querem, a partir do gráfico social dos mais de 750 milhões de usuários da rede, testar a hipótese com rigor. Alguém se habilita?

Inconstância

Procurei o amor, que me mentiu.
Pedi à vida mais do que ela dava;
Eterna sonhadora edificava
Meu castelo de luz que me caiu!
Tanto clarão nas trevas refulgiu,
E tanto beijo a boca me queimava!
E era o sol que os longes deslumbrava
Igual a tanto sol que me fugiu!
Passei a vida a amar e a esquecer...
Atrás do sol dum dia outro a aquecer
As brumas dos atalhos por onde ando...
E este amor que assim me vai fugindo
É igual a outro amor que vai surgindo, Que há-de partir também...
nem eu sei quando..

Por: Florbela Espanca

Blogs alavancam as vendas de empresas

Empresas com blogs vendem mais. O blog ajuda a sua empresa a venderSites de empresas quando têm blogs recebem mais visitas e geram mais negócios. Produzir conteúdo de qualidade traz retorno. Tem gente que gosta de teoria. Eu gosto de prática. Uma pesquisa da Hubspot saiu há alguns dias. Ela diz que os sites de empresas com blog recebem 55% mais visitas do que os sites de empresas que não têm. Mais de cinquenta por cento.

Isso faz a gente pensar numa palavrinha até já desgastada, mas que ainda pode ajudar muito empresas que queiram vender mais pela internet, Conteúdo.

Conteúdo

Você já ouvir falar muito dele. Talvez até goste de discursar sobre sua importância. Mas, se ele é mesmo tão importante, responda: quanto de conteúdo relevante sua empresa tem publicado? A propaganda que funciona é aquela que oferece ao seu público o que ele já está procurando.

Uma coisa leva a outra

Quanto mais conteúdo sua empresa publicar, melhor posicionado seu site será nos motores de busca. Quanto melhor os buscadores como o Google, Yahoo e Bing posicionarem seu site, mais pessoas vão acessá-lo. Quanto mais pessoas acessá-lo, mais vão entrar em contato com você lhe pedindo orçamentos. E quanto mais orçamentos você receber, mais negócios vai fechar. Portanto, por que não usar um blog para aumentar a exposição da sua empresa nos buscadores?

A conta fecha

Mas como publicar mais conteúdo? Em primeiro lugar, com uma descrição completa e bem escrita da sua empresa e dos produtos/serviços que ela oferece. Nada de gerador de lero-lero. E em segundo, com um blog.

Claro, não um só com notícias institucionais e “a palavra do presidente” que a secretaria dele escreve para o jornalzinho interno da empresa. Mas com conteúdo realmente interessante para seu público.

A pesquisa da Hubspot que eu citei tem outros dados que servem de argumentação para isso. Além dos 55% a mais de visitas, os sites institucionais com blog são 97% mais linkados e possuem nada menos do que 434% mais páginas indexadas nos sites de buscas.

Eu não tenho muitas respostas, por isso faço perguntas. E a que não quer calar hoje é:

- Será que não está na hora de melhorar as vendas de sua empresa publicando mais conteúdo de qualidade?

Criando o blog da sua empresa

A equipe do Curso de E-Commerce realiza mensalmente o curso de Criação e Administração de Blogs que tem como objetivo ensinar as rotinas e procedimentos para a instalação e administração de blogs pessoais e corporativos.

Fonte: Webinsider

A Evolução do Empreendedor (Infográfico)

O último resultado do GEM 2010 mostrou que o Brasil é simplesmente, o país mais empreendedor do G20 e do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Ou seja, somos o país mais criativo.

O Empreendedorismo não é uma novidade, apesar de somente hoje em dia estar mais estimulado, mas sempre foi uma necessidade do ser humano em sair de seu estado, buscando mudanças.

Achei muito interessante o infográfico abaixo, onde apresenta um pouco dessa evolução.

empreendedorismo102_02

Aves do Brasil–Mata Atlântica

Aves do Brasil - Mata Atlântica é um aplicativo do Planeta Sustentável que funciona como um verdadeiro guia de campo para identificação de espécies - uma poderosa ferramenta para leigos e profissionais. Produzido pela área de Conteúdo Digital do Guia Quatro Rodas em parceria com a Editora Avis Brasilis, traz 345 pássaros com ilustrações e textos de Tomas Sigrist, o mais respeitado autor de guias de campo para observação de aves (birdwatching) no país. A versão completa custa US$ 6,99. Há também uma versão grátis, com 30 aves, para quem quer conhecer as funcionalidades.

Aves de Mata Atlântica

Baixe aqui


Parte da renda obtida com este aplicativo será revertida para os programas de conservação da natureza do WWF-Brasil

Com o aplicativo você pode identificar as principais espécies da Mata Atlântica, em todos os ambientes: no quintal de casa, nos parques da cidade, em reservas florestais. Além de textos completos e ilustrações, você encontra também fotos e cantos de muitas aves.

A melhor ferramenta para identificação de aves na Mata Atlântica, agora no seu iPhone ou iPod Touch.

O completo sistema de buscas permite identificar com facilidade as espécies:

Ordem alfabética
A lista mostra todas as aves ordenadas alfabeticamente de acordo com seu nome popular

Família
As aves estão divididas em grupos que têm características comuns a partir da taxonomia

Classificação
As aves estão reunidas por tipo – como "corujas", "pombas", "sabiás", etc – de acordo com suas características físicas e comportamento.

Busca Avançada
O usuário pode buscar pela cor primária, cor secundária, tamanho da ave, tamanho da cauda e tipo de bico. O aplicativo retorna os resultados de acordo com as combinações feitas na busca

O aplicativo também tem funcionalidades exclusivas:

Minhas fotos
Espaço para o armazenamento das fotos das aves feitas pelo usuário. As imagens podem ser compartilhadas automaticamente via twitter e facebook.

Relate uma ocorrência
Após identificar a ave com o aplicativo, você pode registrar a ocorrência dela apertando um botão. As informações – ave, local, horário – são enviados para um banco e usados para fins de pesquisa.


Compatível com:
iPod Touch, iPhone
Linguagem: Português

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/aves/app/

Grupo de Trabalho de APLs discute segunda geração de políticas para o setor

Brasília (4 de julho) - A segunda geração de políticas públicas para os Arranjos Produtivos Locais (APLs) foi o principal tema da primeira reunião de 2011 do Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais (GTP-APL), formado por 33 organizações governamentais e não-governamentais sob a coordenação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A secretária de Desenvolvimento da Produção, Heloisa Menezes, participou da reunião realizada nesta quinta-feira (30/6), no MDIC.

Segundo a secretária, o tema estará inserido na nova política industrial do governo federal, que deve ser lançada no final de julho. Ela ainda falou sobre os avanços obtidos pelo GTP-APL, criado em 2004, e as propostas e desafios para fortalecimento dos Arranjos Produtivos Locais e para a consolidação de uma Política Nacional para o setor. Essa política teria, entre seus objetivos, o fortalecimento da capacidade de produção e inovação, o reforço às especificidades e potencialidades locais e a busca da sustentabilidade econômica, política/institucional, social e ambiental dos APLs.

Criação do GTP-APL

Desde a instalação do GTP-APL, foram identificados mais de mil Arranjos Produtivos Locais em todo o país, que abrigam aproximadamente 295 mil empreendimentos responsáveis pela geração de quase 3 mil vagas. Nesse período, todos os estados e o Distrito Federal instalaram Núcleos Estaduais de Apoio aos APLs. Outros avanços do período foram relativos à criação de políticas específicas para os APLs nas áreas de financiamento e investimento, formação e capacitação, acesso ao mercado nacional e internacional, capacidade produtiva e melhora na governança e cooperação com outros órgãos.

Apesar dos bom resultados, a conclusão do governo é a de que há espaço para novas ações que incentivem o desenvolvimento dos APLs. Como exemplo, a criação de mais linhas de financiamento para projetos coletivos/integrados, simplificação dos instrumentos legais, mais convergência entre a oferta de cursos das Escolas Técnicas e as atividades produtivas locais, aproximação dos pesquisadores/especialistas com os APLs, implantação de uma visão mais estratégica, com foco no mercado, melhora na infraestrutura produtiva e maior envolvimento da instância municipal. A próxima reunião do grupo está prevista para o segundo semestre.

Conheça os Arranjos Produtivos Locais.

Fonte: MDIC

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A difícil tarefa de medir o ROI nas Mídias Sociais

Muitas empresas já estão as mídias sociais para melhorar o relacionamento com seus clientes, expandir a sua marca, aumentar suas vendas e criar mais um canal de comunicação com seus clientes. Entretanto para que as ações de marketing em mídias sociais possam ser avaliadas em termos de retorno é necessário que se avalie o impacto estas ações de marketing digital estão causando. Medir o retorno das ações de marketing nas mídias sociais não é impossível, mas é complexo porque muitos elementos que precisam ser avaliados são difíceis de monitorar. Tanto assim que, de acordo com uma pesquisa realizada em pela Mzinga and Babson Executive Education, 84% dos profissionais pesquisados não mediam o ROI de suas campanhas em Mídias Sociais.

O cálculo do ROI nas mídias sociais

Como uma fórmula padrão, o cálculo do ROI é muito básico, ROI = (X – Y) / Y, onde X é o valor final e Y é o seu valor inicial. Exemplificando, se você investir R$ 5,00 e receber de volta R$ 20,00, o ROI é (20-5) / 5 = 3 vezes o seu investimento inicial.

No sentido financeiro, o ROI é medido exclusivamente no contexto de Reais (R$) e centavos, no entanto, os princípios podem realmente se aplicar a qualquer tipo de investimento, monetários ou não. Ações como trocas de links ou banners também podem ter o seu ROI avaliado pelos parâmetros acima expostos.

Definindo as metas das ações de marketing em mídias sociais

Ter metas e linhas de base concretas é fundamental para calcular o retorno sobre o investimento. Então antes de sair medindo e monitorando seus retornos de mídia social, você precisa ter uma idéia clara do que é que você quer realizar.

Depois de ter suas metas definidas, você precisa medir a linha de base antes de iniciar ou alterar a sua estratégia de mídia social. Por exemplo, se seu objetivo é aumentar a menção de sua empresa nas mídias sociais, para medir o ROI de ações tomadas em direção a esse objetivo, você precisa saber onde você está agora. Você não pode avaliar com precisão o ROI, sem uma linha de base.

Embora as métricas ≠ de ROI, métricas web tradicionais, como a contagem de tráfego, número de comentários, seguidores do Twitter, os fãs do Facebook, etc., são um importante componente para o cálculo de ROI.

O truque é não confiar apenas em números, mas para onde os números nos conduzem. Por exemplo, como o aumento de visitantes do site se correlaciona com o aumento das vendas? Existem pessoas que encontram o seu site a partir do Twitter ou do Facebook, em seguida, clicam em suas páginas de produtos ou vão para a seção de comércio eletrônico do seu site? Esse é o tipo de dado que você deve procurar.

Disponibilizando os dados das ações de marketing nas mídias sociais

Depois de ter definido a sua base, você precisa tomar as métricas de suas ferramentas de monitoramento e ver como elas se correlacionam com mais vendas, mais retenção de clientes, ou outros objetivos traçados.

Se a sua medição final é de vendas, verifique se elas vieram das suas campanhas de mídia social, por exemplo: olhe para o seu nível de vendas e verifique se aumentou, olhe para o número de referências ao seu site de comércio eletrônico (supondo que você pode controlar esses dados) a partir de seu site ou o Twitter, ou o número de cupons usados que foram dados em uma campanha no Facebook.

Você vê alguma tendência? O tráfego até a sua loja virtual aumentou depois da postagem no Facebook? E sobre o Twitter? O tráfego da loja correlaciona-se com mais vendas quando se avalia os mesmos dados? Será que uma análise de sentimento no Twitter conduz a mais vendas ou mais visitas?

Encontrar tendências e segui-las de volta para seu ponto de origem é a chave para a medição de ROI.

“Por que estamos tentando medir a mídia social como um canal tradicional? A mídia social toca em todas as facetas do negócio e é mais uma extensão da boa ética empresarial.” – Erik Qualman

E você? Gostaria de compartilhar sua experiências no cálculo do ROI nas mídias sociais? Deixe o seu comentário.

Por Nei Grando

Tenha acesso a todos os jornais do mundo, em português, e de graça!

O Newspaper Map é uma ferramenta que te dá a oportunidade de conhecer cada jornal do planeta sem sair de casa. Mais de 10 mil publicações aparecem em sua tela e, com apenas um clique, você pode ser redirecionado para o site do veículo e até traduzi-lo, para o português, se for preciso.

É possível pesquisar jornais pelo nome, endereço, cidade, país e até a língua em que ele é escrito.  Tudo isso em uma ferramenta simples, básica, rápida e muitíssimo eficiente. Até os jornais menos conhecidos, com tiragem mínima, aparecem na tela.
Acesse o Newspaper Map, acompanhe atualizações pelo Twitter e Facebook ou acesse a ferramenta via smartphone.

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Projeto que altera lei da micro e pequena empresa deve ser votado hoje quarta (29)


A Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa e a Comissão de Finanças e Tributação devem ir ao Colégio de Líderes hoje, quarta-feira (29) para pedir a votação imediata em Plenário do projeto de lei complementar (PLP 591/10) que reajusta em 50% as faixas e os limites de enquadramento no Supersimples, sistema simplificado de pagamento de impostos para as pequenas empresas.
O presidente da Frente, deputado Pepe Vargas (PT-RS), informou que alguns estados já concordam com a modificação do atual sistema de pagamento do ICMS por substituição tributária, que concentra o pagamento do imposto em apenas um elo da cadeia produtiva. Apesar de inibir fraudes, o sistema onera as pequenas empresas. Na avaliação de Pepe devem ser incluídos na proposta em discussão os critérios definidores dos produtos que poderão ser submetidos à cobrança de substituição tributária, e ser remetidas para o Conselho Fazendário Nacional (Confaz) a regulamentação da pauta desses produtos e a margem de valor agregado sobre a qual se aplicam as alíquotas.

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Top 10: Os celulares mais feios da história

Assim como na sociedade, ser feio ou bonito não está atrelado à época. As empresas de celulares tem testado a nossa paciência e nossos bolsos desenvolvendo os mais diversos tipos de aparelhos, em todas as cores e formatos. Alguns modelos parecem ter sido fruto de alguma viagem psicodélica dos designers e engenheiros.

Existem inúmeros modelos de aparelho que tem uma existência questionável, mas reunimos aqui os 10 celulares mais feios da história, confira!

10. Nokia 7610

Nokia 7610 (Foto: Divulgação)Nokia 7610 (Foto: Divulgação)

A Nokia era uma das empresas que mais lançava modelos e investia em tendências de design. No tempo em que o sistema operacional Symbian era a melhor opção, a empresa lançava diversos aparelhos em sequência, e devido a isso, ocasionalmente o mercado teve que lidar com estranhos produtos nas prateleiras.

O Nokia 7610 era um robusto pseudo-smartphone em 2004, época em que foi lançado, com memória interna de 8MB, expansível até 64MB, uma surpreendente câmera de 1mp e… ok, isso é tudo. Mesmo enquanto ele existia, acredito que ele teria uma melhor utilidade como peso de papel.

9. Nokia 7500 Prisma

Nokia 7500 (Foto: Divulgação)Nokia 7500 (Foto: Divulgação)

O Nokia 7500 foi lançado em 2007 e veio com câmera de 2mp, memória interna de 30MB. O nome dele deve estar relacionado ao conceito, ou pelo menos deveria. Ele não é um dos mais feios, mas entrou na lista porque veio cortado à francesa e achamos que somente pizzas deveriam vir assim.

Sem 3G, bluetooth e wi-fi, este aparelho Java ainda está disponível no mercado, portanto corra, pois você ainda pode comprar esta obra prima.

8. Samsung SGH-X830

Samsung SGH-X830 (Foto: Divulgação)Samsung SGH-X830 (Foto: Divulgação)

Este belo aparelho EDGE da Samsung foi lançado em 2006, e é um dos celulares que certamente saiu de alguma mente sob efeitos questionáveis. Não há nenhuma explicação para o design, nem para o posicionamento das teclas.

Ele possui uma câmera de 1.4mp e esteve disponível em diversas cores, pois certamente o departamento de marketing sabia que dar a opção de escolha da cor para o consumidor, costuma funcionar. Infelizmente, você que se apaixonou, não o encontrará mais disponível no mercado.

7. Tonino Lamborghini Spyder

Tonino Lamborghini Spyder (Foto: Divulgação)Tonino Lamborghini Spyder (Foto: Divulgação)

Quem nunca sonhou em ter um celular bonito como uma Lamborghini? Desculpa destruir seus sonhos, mas ainda não conseguiram torná-lo realidade. Este é o Tonino Lamborghini Spyder, e o nome vem do criador e não do carro.

O aparelho de luxo conta com acabamento em ouro e uma tela de 2.2 polegadas, câmera de 3.0mp e infelizmente não tem suporte à rede 3G. Próximo!

6. Modu Express Jacket

Modu Express Jacket (Foto: Divulgação)Modu Express Jacket (Foto: Divulgação)

A fabricante israelense Modu inovou ao criar o conceito de um aparelho multitarefa que centralizaria a sua vida em um só equipamento. Ele chegou a ser lançado no Brasil pela operadora Claro, mas eu não conheci nenhum feliz comprador desta beleza.

O Modu Jacket é inicialmente uma base que necessita de uma skin para funcionar. Na imagem acima você pode ver na esquerda ele nú e ao lado dois exemplos de possíveis skins. A configuração que chegou ao mercado foi tão bonita quanto a aparência: Java, sem 3G, sem wifi, sem bluetooth e com câmera VGA. Soa fora da realidade para um aparelho lançado em 2009, não?

5. Huawei U8300

Huawei U8300 (Foto: Divulgação)Huawei U8300 (Foto: Divulgação)

O Huawei U8300 tem ótimas características que classificam um bom smartphone, como 3G, Wi-Fi, Bluetooth, Android OS, câmera de 3.15mp, um display de 2.6 polegadas e teclado Qwerty.

O que ele não tem é um design e cores que façam sentido, pois foi disponibilizado nas cores amarelo, verde limão e roxo. Ele é o mais recente da nossa lista, foi lançado em 2010, então você ainda tem chance de adquirir um.

4. HP iPAQ h6310

HP iPAQ h6310 (Foto: Divulgação)HP iPAQ h6310 (Foto: Divulgação)

Este pertence a uma geração de aparelhos feios e a culpa é da sociedade. Em 2004, quando foi lançado, este smartphone era o top na lista dos melhores gadgets tecnológicos, e a demanda por equipamentos desse porte era grande em algumas empresas.

Com zero em praticidade e ergonomia, nosso pequeno gigante não possuia sequer uma câmera embutida e tinha um dos piores sistemas operacionais, o Windows Mobile. Não é à toa que a HP não é conhecida por aparelhos celulares, mas sim por impressoras.

3. Blackberry 7100

Blackberry 7100 (Foto: Divulgação)Blackberry 7100 (Foto: Divulgação)

A RIM sempre se destacou em praticidade e em tudo que um homem de negócios precisa ter em mãos. Infelizmente eles não consideram que o design também é necessário. Quem teve a brilhante ideia de pegar um teclado qwerty em apenas metade das teclas necessárias? O Blackberry 7100 vinha com um bluetooth que não funcionava e você ainda tinha que aguentar a lerdeza de uma rede GPRS para verificar seus emails.

Todos os aparelhos Blackberry tem essa interessante característica em comum: são feios. O BB 7100 da foto serve apenas como exemplo, imagine acima qualquer outro modelo, até mesmo o Storm.

2. 6380 Senior Mobile Phone

6380 Senior Mobile Phone (Foto: Divulgação)6380 Senior Mobile Phone (Foto: Divulgação)

Nós entendemos que este telefone tem uma função importantíssima, mas não entendemos porque ele precisa ser feio e facilmente confundido com uma calculadora. Diversas empresas já fabricaram modelos para idosos mas que mesmo com teclas grandes e toda a simplicidade necessária, não eram risíveis.

Ele vem somente com o necessário, agenda de telefones, suporte a sms, rádio fm e um extra, um grande botão de SOS localizado na parte de trás.

1. Nokia 7280

Nokia 7280 (Foto: Divulgação)Nokia 7280 (Foto: Divulgação)

O Nokia 7280, por incrível que pareça, é um celular e pertencia à linha Nokia Fashion, composta por ele e mais outros 2 aparelhos (Nokia 7260 e Nokia 7270). O conceito destes produtos eram moda, maquiagem e glamour. O press release deste modelo diz que o design é sexy e que foi inspirado em uma fina camada de gloss labial. Se press releasescorrespondessem à realidade, seria bacana, não?

Este aparelho não só desafia nossos olhos mas também nossa capacidade racional de utilização de um simples equipamento, pois, como é que telefona usando isso?

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Professores utilizam Angry Birds para ensinar física em sala de aula

angry birds

A popularidade do game Angry Birds só tende a aumentar - recentemente, o game alcançou a marca recorde de 1 milhão de downloads diários. Mas o surpreendente é que a briga dos pássaros com os porcos está começando a ser usada dentro de sala de aula. Professores de diversas escolas já usam o Angry Birds para ensinar Física para seus alunos.
Com o game, é possível calcular ângulos, trajetórias, parábolas, força da gravidade... As possibilidades são várias, como A Wired já mostrou em diversos textos.  E aqui, você encontra alguns exercícios que professores elaboraram, utilizando vídeos de disparos no Angry Birds.
Da próxima vez que seu filho passar o dia inteiro jogando Angry Birds, pense duas vezes antes de dar-lhe um castigo! :)

Google será investigado por manipulação de resultados de busca, diz jornal

São Paulo – Quando você clica no botão “Estou com sorte”, do Google, pensa que os melhores resultados aparecem na tela? Pois a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC) duvida desse ranking. O órgão regulatório prepara uma intimação ao Google como parte de um inquérito para investigação de suspeita de manipulação dos resultados de busca da empresa, informou o jornal The New York Times. A investigação está centrada no principal negócio da companhia: busca na Internet e publicidade, que totalizou 29,3 bilhões de dólares no ano passado.

Ao fazer um site ter mais ou menos chances de aparecer no topo das buscas, o Google, teoricamente, pode afetar a quantidade de tráfego de um site e, portanto, o quanto ele poderia cobrar por publicidade.

No ano passado, a Comissão Europeia abriu uma investigação antitruste contra o Google, depois de reclamações de empresas menores, que alegaram ter seus sites rebaixados nos resultados. A investigação ainda está pendente.

Nos últimos anos o Google tem sido alvo de investigações por parte de órgãos antitruste, a maioria delas envolvendo aquisições. De acordo com a empresa de pesquisa comScore, o Google controla 65,5% do mercado, o Yahoo tem 16% e o Bing, 14%. Nos Estados Unidos, a Comissão e o Departamento de Justiça americano analisaram de perto as aquisições das empresas de publicidade online DoubleClick e AdMob.

Mais recentemente, a justiça americana analisou a compra da ITA Software, uma empresa de serviços de viagens. O governo permitiu a operação depois que o Google concordou em deixar o governo monitorar o caso. Neste mês o governo iniciou uma investigação sobre a aquisição de 400 milhões de dólares da Admeld, que fornece serviços de publicidade às editoras.

Em 2008, o Departamento de Justiça também bloqueou uma proposta de acordo publicitário entre Google e Yahoo por causa das preocupações sobre seu efeito na concorrência. No ano passado, também se opuseram ao acordo entre Google e editoras e autores, em parte porque a empresa teria poder demais no mercado de livros digitais.

Fonte: Exame.com

Projeto Juruti: modelo de gestão sustentável do Brasil para o mundo

 

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A integração da Alcoa com a comunidade local desde o início do processo de instalação da mina de bauxita da empresa em Juruti (PA) é a chave do sucesso do Projeto Juruti Sustentável. Esta atitude foi indispensável para que a empresa adotasse a sustentabilidade como fator integrante de sua estratégia de negócios. A constatação é do gerente de Sustentabilidade da Alcoa, Fábio Abdala. “Essa postura foi extremamente estratégica para que a companhia conseguisse concluir e conquistar o direito de operar um dos maiores projetos de mineração realizados mundialmente pela Alcoa”, afirma.

Abdala explica que a mina de bauxita de Juruti foi inaugurada em 15 de setembro de 2009, depois da entrega, pelo governo do Pará, da licença de operação do empreendimento. A mineração de bauxita é planejada para que a atividade e o respeito ao meio ambiente sejam compatíveis. “A retirada da cobertura vegetal é feita cuidadosamente, de modo que a madeira extraída possa ter uso social, o solo orgânico seja recolocado após a mineração da bauxita e a floresta seja restaurada”.

A instalação de um projeto dessa magnitude, segundo Abdala, seja pelas questões ambientais, sociais ou pela difícil logística, é um grande desafio. “Nesse cenário, a comunicação pelo engajamento social tem sido fundamental”. Juruti passou por uma grande transformação e a empresa vem desenvolvendo um trabalho em parceria com as comunidades locais, tendo como premissa a disseminação de práticas sustentáveis.

Durante a fase de implementação, foram gerados até 9.500 empregos, mantendo uma média de 80% de funcionários paraenses, dos quais 30% moradores de Juruti. O Programa de Qualificação Profissional da mina de Juruti contribuiu para a formação dessa mão de obra, com a capacitação de mais de 2.500 pessoas para as necessidades do empreendimento e dos próprios mercados local e regional.

Abdala conta que foi realmente preciso usar técnicas para informar a comunidade o que estava acontecendo no município. “Isso ocorreu por meio de visitas às instalações, entrevistas, folhetos, programas de rádio, revista e campanhas”, destaca.

União entre o social, o público e o privado

Desenvolvido pela Alcoa em parceria com organizações civis e governamentais, com apoio da Fundação Getúlio Vargas, Fundo Brasileiro pela Biodiversidade (Funbio) e Instituto ISER, o Projeto Juruti Sustentável propõe um modelo de sustentabilidade para a região, que combine o respeito com o meio ambiente, responsabilidade social e sucesso econômico.

Iniciado ainda em 2006, quando as obras da mina também se iniciaram, com as devidas licenças ambientais, esta iniciativa, segundo Abdala, resultou das aspirações da própria comunidade de Juruti, após uma série de pesquisas e discussões com equipes multidisciplinares, incluindo pesquisa de campo e levantamento da realidade local e regional.

O Programa promove parcerias institucionais para obter benefícios mútuos para as partes social, público e privada, baseado em um tripé formado por:

  1. Conselho Juruti Sustentável: espaço permanente de diálogo e ação coletiva entre empresas, governo e comunidades, considerando uma agenda de longo prazo;
  2. Indicadores de Sustentabilidade: instrumentaliza o monitoramento do desenvolvimento de Juruti e alimenta o Conselho com informações qualificadas;
  3. Fundo Juruti Sustentável: financia ações de desenvolvimento a partir dos Iindicadores priorizados pelo Conselho, e mobiliza recursos para gerar patrimônio financeiro para as presentes e futuras gerações.

Abdala acrescenta que o engajamento dos talentos locais tem gerado grandes oportunidades de trabalho, renda e desenvolvimento pessoal e profissional para os moradores de Juruti e região. Hoje, do total de 2.178 profissionais empregados direta e indiretamente na mina, 81% são paraenses.

O executivo destaca também as contribuições fiscais, taxas e impostos gerados. Conforme a Constituição Federal, a exploração mineral é de interesse nacional e todo empreendimento de mineração é importante para o País. Assim, diferentemente de outras atividades econômicas, toda atividade mineral recolhe impostos bem conhecidos como ISS, ICMS e INSS, e contribui com outras compensações financeiras essenciais para assegurar pesquisa e mineração sustentáveis. “São exigências legais estabelecidas com o intuito de proteger as pessoas e o meio ambiente ao redor de reservas minerais e que cumprimos rigorosamente”, afirma.

Reconhecimento e parceria internacionais

A instalação de um grande projeto de mineração na Amazônia, acompanhado de forma intensa pela sociedade civil, tem despertado o interesse da comunidade internacional. Abdala destaca como exemplo disso a seleção de dois integrantes do Conselho Juruti Sustentável (Conjus), em 2009, para o encontro  “Direitos, Riscos e Responsabilidade”, em Joanesburgo, na África do Sul. Cerca de 30 representantes de instituições de 10 países, entre eles Inglaterra, Nigéria, Estados Unidos e Brasil, reuniram-se para avaliar experiências de relacionamento entre comunidades e empresas mineradoras.

“Há também um processo intenso de visitas de outras empresas do setor e da comunidade acadêmica interessada em conhecer, estudar, disseminar e reaplicar o modelo Juruti Sustentável em outras localidades”, afirma. Além disso, a ONG International Conservation é parceira no programa de conservação do Corredor Ecológico Tapajós-Abacaxis e já investiu US$ 500 mil nos último 5 anos.

Próximos passos

De acordo com Abdala, a Alcoa continuará investindo na comunidade local, como parte dos programas elaborados. “O diálogo e transparência serão permanentes. E há um esforço combinado com organizações civis, comunidades e poderes públicos para trazer ou adensar políticas públicas de desenvolvimento do território”, ressalta.

O gerente de sustentabilidade acrescenta que a mina de Juruti é um importante capítulo na história da empresa. “Trata-se de um empreendimento único, modelo, totalmente integrado à comunidade, sem muros nem enclaves, mudando o paradigma no segmento da mineração”, diz.

Abala finaliza explicando que a mina de bauxita de Juruti se insere no plano de longo prazo da Alcoa no Brasil. “Esse plano inclui a maior expansão de uma refinaria de alumina – produto intermediário entre a bauxita e o alumínio – já realizada no mundo, em São Luís (MA); a implantação responsável de duas hidrelétricas – Estreito e Serra do Facão -, fontes de energia naturais e renováveis e, ainda, e na modernização da fábrica em Poços de Caldas (MG)”, conclui.

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