Welcome
Labels
- Artigos
- Créditos de Carbono
- Dicas
- Diversos
- Edifícios ecológicos
- Educação
- Empreendedorísmo
- Energias renováveis
- Especiais
- Estratégia
- Fotos
- Gerencimento de Projetos
- Gestão
- Humor
- Imagens
- Infográfico
- Informação
- Inovação
- Marketing
- MPE
- Musicas
- Noticias
- Redes Sociais
- RH
- Saúde
- Sustentabilidade
- Tecnologia
- Vendas
- Vídeo da Semana
Archive for 2009
Estratégias em Redes Socias
Cada vez mais as empresas estão incuindo Esatrategias em Redes Sociais dentro de seuas planejamentos.
Alguns dados interessantes (pesquisa realizada pela Accenture):
A pesquisa sobre mídias sociais e mobilidade apontou que 84% das empresas esperam obter receitas significativas com publicidade em celulares e 73% esperam obter retorno com ações dentro das mídias sociais, dentro de cinco anos.
Mais alguns dados revelados com a pesquisa sobre mídias sociais e mobilidade:
- 57% das empresas estimam lucrar com as mídias sociais no periodo 1 a 3 anos; 40% das empresas estimam lucrar com as mídias sociais no periodo de mais 3 anos e apenas 18% das empresas preveem lucro depois de 5 anos;
- 55% das empresas apontam o mercado móvel de massa com grande potencial de crescimento para os próximos 3 anos.
Mas como fazer?
Assunto interessante para estudar.
Crédito de Carbono
Desenvolvimento sustentável, responsabilidade socioambiental, um novo modelo econômico ou ambos?
Segundo as Nações Unidas, na sua Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, o desenvolvimento sustentável consiste em criar um modelo econômico capaz de gerar riqueza e bem-estar enquanto promove a coesão social e impede a destruição da natureza. Esse modelo busca satisfazer as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades. Ou seja: utilizar recursos naturais sem comprometer sua produção, fazer proveito da natureza sem devastá-la e buscar a melhoria da qualidade de vida.
Por isso, o desenvolvimento sustentável coloca na berlinda o modelo de produção e consumo mundial, que ameaça o equilíbrio do planeta. Para ser alcançado, o desenvolvimento sustentável depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais são finitos. Esse conceito representa uma nova forma de desenvolvimento econômico, que leva em conta a conservação do meio ambiente.
A exemplo dessa preocupação podemos referenciar o Protocolo de Quioto (COP 3 realizada em 1997 em Quioto-Japão), que é um acordo internacional que estabelece metas de controle dos gases causadores do efeito estufa (GEE), no qual determina que os países desenvolvidos (chamados países do Anexo I), precisam reduzir em pelo menos 5,2%, em relação aos níveis registrados em 1990, as emissões dos gases, no período de 2008 a 2012.
O protocolo complementa a convenção da ONU sobre mudança do clima no planeta, assinada na Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento no Rio de Janeiro em 1992, a Eco-92.
A reunião de Quioto criou mecanismos para a consecução deste controle, onde os Países desenvolvidos prestarão contas sobre sua atuação no problema ambiental, verificando a atuação positiva de cada nação, sendo que, quem não conseguir atingir as metas, poderá adquirir créditos dos países que ultrapassarem sua cota positivamente. Traduzindo, as ações positivas para a diminuição do carbono livre no meio ambiente (seqüestro de carbono) passará a ser negociada em bolsa de valores, tomando a forma de uma “commodity”.
A operacionalização do protocolo de Quioto trouxe para o mercado de capitais brasileiro a possibilidade de negociar títulos na BM&F (Bolsa de Mercadorias e Fundos - Por enquanto somente trabalha com o leilão de créditos de carbono) referentes ao chamado sequestro de carbono. Essa situação traz aspectos novos para as empresas brasileiras que tenham ou possam vir a ter atividades ambientais relacionadas com as reduções certificadas de emissões. Além dos aspectos técnicos relativos aos projetos, adiciona-se o aspecto contábil relativos às avaliações do patrimônio e do valor das empresas que os tenham emitido.
Um dos mecanismos de flexibilização é o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). O crédito de carbono do MDL é denominado Redução Certificada de Emissão (RCE) - ou em inglês, Certified Emission Reductions (CERs). Créditos de carbono ou Redução Certificada de Emissões (RCE) são certificados emitidos quando ocorre a redução de emissão de gases do efeito estufa (GEE). Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) equivalente corresponde a um crédito de carbono. Este crédito pode ser negociado no mercado internacional.
Créditos de carbono criam um mercado para a redução de GEE dando um valor monetário a poluição. Acordos internacionais como o Protocolo de Quioto determinam uma cota máxima que países desenvolvidos podem emitir. Os países por sua vez criam leis que restringem as emissões de GEE. Assim, aqueles países ou indústrias que não conseguem atingir as metas de reduções de emissões, tornam-se compradores de créditos de carbono. Por outro lado, aquelas indústrias que conseguiram diminuir suas emissões abaixo das cotas determinadas, podem vender o excedente de "redução de emissão" ou "permissão de emissão" no mercado nacional ou internacional.
Os países desenvolvidos podem promover a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa (GEE) em países em desenvolvimento através do mercado de carbono quando adquirem créditos de carbono provenientes destes países. As empresas dos países em desenvolvimento não terão a obrigação de reduzir seus níveis de emissão, entretanto, se reduzirem, gerarão créditos de carbono, que poderão ser vendidos para empresas estabelecidas em países desenvolvidos. A redução dos níveis de emissão pode ser alcançada através de projetos eficazes, tais como redução de consumo de energia elétrica, geração de biomassa a partir de resíduos sólidos ou projetos de reflorestamento. Até mesmo projetos mais simples como aterros sanitários (O gás metano produzido pode ser simplesmente queimado ou ser utilizado na geração de bioenergia), as fezes dos animais confinados pode também passar por um processo de biodigestão e dar o mesmo destino dos aterros ao metano ou só mesmo impedindo queimadas e desmatamentos.
E quanto custa essa “moeda”? Para entendermos uma tonelada de CO2 equivale a um crédito de carbono. O CO2 equivalente é o resultado da multiplicação das toneladas emitidas do GEE pelo seu potencial de aquecimento global. O potencial de aquecimento global do CO2 foi estipulado como 1. O potencial de aquecimento global do gás metano é 21 vezes maior do que o potencial do CO2, portanto o CO2 equivalente do metano é igual a 21. Portanto, uma tonelada de metano reduzida corresponde a 21 créditos de carbono.
Potencial de aquecimento global dos GEE:
- CO2 – Dióxido de Carbono = 1
- CH4 – Metano = 21
- N2O – Óxido nitroso = 310
- HFCs – Hidrofluorcarbonetos = 140 ~11700
- PFCs – Perfluorcarbonetos = 6500 ~9200
- SF6 – Hexafluoreto de enxofre = 23900
A Lista das 10 Tecnologias TOP segundo a consultoria Gartner Group
1. Virtualização: Permite baixar os custos de armazenamento ao eliminar cópias de arquivos.
2. Computação nas nuvens (cloud computing): A internet como plataforma de software e como fornecedor de infraestrutura de armazenamento e processamento tem vantagens poderosas: custo menor, escalabilidade e elasticidade.
3. Computing Fabrics: O Usuario compra os recursos físicos de que necessita – processadores, memória, periféricos -, interconecta-os, como elos de uma cadeia que podem ser recombinados segundo a necessidade. Adeus ás limitações dos servidores auto-suficientes.
4. Arquitetura web: Ambiente ágil, interoperável e escalável, cuja flexibilidade e a padronização gerarão novas soluções para empresas.
5. Aplicações web híbridas (ou mashups): Permitem combinar serviços e capacidades de fontes múltiplas, dentro e fora da empresa, com rapidez.
6. Sistema especializado: O proprietário do servidor instala o software para que realize seu objetivo.
7. Software social e redes sociais: Uma plataforma social para as empresas não permanecerem mudas em um diálogo no qual sua voz deve ser ouvida.
8. Comunicações unificadas: Tecnologias de vídeo, voz, redes e armazenamento continuam se integrando. Maior concentração de operadores.
9. Business Intelligence (BI): Aumenta a eficácia dos gestores na hora de fazer crescer ou transformar a empresa.
10. TI “verde”: Porque o rigor regulamentar aumenta e o condiciona, por exemplo, a construção de data centers.
fonte: HSM julho/agosto
Inovação aberta
| Modelo Fechado | Open innovation | |
| Equipe P&D | Pessoas talentosas trabalham pra gente. | Devemos trabalhar com pessoas ta-lentosas de den-tro e de fora da empresa. |
| Origem das tecnologias | Se nós originamos uma tecnologia, | Não temos que originar a pesquisa para |
| Pioneirismo | Uma companhia que lança uma | Construir um melhor modelo de negócio é |
| Quantidade/ Qualidade | Se criarmos a maioria e as melhores | Se fizemos um uso mais eficiente das idéias |
| Propriedade Intelectual | Nós deveríamos controlar nossas | Nós deveríamos aproveitar do uso das |
O modelo da Open Innovation vai além do de apenas a criação de produtos, mas também atinge toda a organização, buscando fortalece o conceito e torna-lo como pratica do dia a dia na gestão completa da companhia.
Um exemplo foi a Braskem que em 2007, lançou o “Programa de Inovação Braskem”, onde passou a adotar o conceito de inovação aberta. Neste programa foi criado um banco de idéias aberto a sugestões de todos os cantos, de dentro e fora da empresa, que se utilizava de um software criado para auxiliar na avaliação das propostas, em um site aberto à pesquisadores, cientistas, professores, técnicos e funcionários de empresas petroquímicas de qualquer lugar do mundo. [1]
Outro exemplo interessante é a A Procter & Gambler, que atua de três formas diferentes para se conectar com essa idéias inovadoras, adotadas simultaneamente. (1) A empresa divulga em seu site de inovação aberta, como a Innocentive ou o NineSigma, informações sobre suas necessidades técnicas e científicas e aguarda respostas; (2) Posta pedidos de maneira anônima, oferecendo recompensas financeiras, ou ainda (3) utiliza sua própria rede de fornecedores.[1]. Utilizando-se de uma rede global de recursos e sites de troca de conhecimentos on-line, as receitas e o lucro da empresa aumentaram em 42% e 84% nos últimos cinco anos.[3].
Empresas mundialmente conhecidas como a IBM, Embraer, Natura, Boeing, Apple e até a NASA, tornaram a inovação aberta parte de sua estratégia de inovação, fortalecendo-se com as novidades do mercado de idéias criado pela globalização dos recursos tecnológicos e científicos.
Sites como o NineSigma que reúnem empresas, pesquisadores, cientistas, acadêmicos e inventores de todo o mundo. Para encontrar soluções que colaborem na concretização de suas idéias, empresas de diversos países acessam e apresentam demandas nesse sistema, para que outros as ajudem a alcançar as soluções que tornarão viáveis novos projetos. Ou seja, passa a ser um site onde empresas buscam por soluções enquanto que outras empresas vão apresentar suas idéias.
Com esse novo mercado se abrindo, já surge um novo profissional denominado do “Capitalista da Inovação” [2], onde sua atividade é buscar e avaliar conceitos e produtos na comunidade de inventores; desenvolver e aprimorar tais conceitos para que sua viabilidade de produção e potencial comercial possam ser avaliados; e
oferecer os resultados almejados pelas empresas para as quais presta seus serviços. Outros profissionais, também conhecidos como intermediários da inovação, atuam na busca de fontes e recursos externos para a inovação – são os chamados agentes de licenciamento, corretor de
patentes, olheiro de idéias e capitalistas de invenção, que identificam idéias ainda em estado bruto; enquanto que os capitalistas da inovação buscam idéias prontas para o mercado. Os capitalistas de risco e incubadoras de negócios já focam sua atuação em produtos prontos para lançamento.[2]
Alguns números mostram que cerca de 30% das maiores empresas mundiais estão experimentando o Open Innovation. Porem é um conceito ainda pouco dominado.
As 30 Inovações mais importantes dos últimos 30 anos.
Você consegue se imaginar sem a Internet? É informação, relacionamento, contato, troca, negócio, tudo hoje esta conectado na net, bem, quase tudo, mais o que não esta… esta muito atrasado. Não foi a toa que a Internet foi a maior criação ou a maior inovação dos últimos 30 anos. Veja abaixo o resultado de um ranking realizado pelo programa de televisão norte-americano Nightly Business Report e a Universidade de Wharton sobre as 30 maiores inovações dos últimos 30 anos. Foram 1200 sugestões apresentadas e um júri formado por oito pessoas, que tiveram a árdua tarefa de eleger apenas 30 e colocá-las em ordem de importância. A vencedora, é claro, foi a internet. O Brasil também figurou na lista, com os biocombustíveis, na 25ª posição.
1. Internet, banda larga, WWW (browser e html)
2. Computadores PC/laptop
3. Telefone Celular
4. E-mail
5. Teste e sequenciamento de DNA/Mapeamento do genoma humano
6. Geração de imagem através de Ressonância Magnética
7. Microprocessadores
8. Fibra Ótica
9. Softwares de Escritório (planilhas e processadores de texto)
10. Laser não invasivo/Cirurgia Robótica (Laparoscopia)
11. Softwares e serviços open-source (código aberto) (ex: Linux, Wikipedia)
12. LED (Diodo de Emissão de Luz)
13. LCD (Display de cristal liquido)
14. Sistema GPS
15. Vendas Online/e-commerce/leilões virtuais
16. Compressão de arquivos de mídia (jpeg, mpeg, mp3)
17. Microfinanças/microcrédito
18. Energia Solar Fotovoltaica
19. Turbinas de vento para grande escala
20. Redes Sociais pela internet
21. Interface gráfica do usuário (GUI)
22. Fotografia/Videografia Digital
23. Identificação por Rádio Frequência (RFID) e aplicações (ex: EZ Pass)
24. Plantas Geneticamente Modificadas
25. Biocombustíveis
26. Códigos de barras e Scanners
27. Caixa Eletrônico
28. Stent (endoprótese para desentupimento das artérias)
29. Memória SRAM (Memória Estática de Acesso Aleatório)
30. Tratamentos Anti-Retrovirais para AIDS.
Para mais detalhes clique aqui.
Barriga é barriga… (por Arnaldo Jabor)
Barriga é barriga, peito é peito e tudo mais.Confesso que tive agradável surpresa ao ver Chico Anísio no programa do Jô, dizendo que o exercício físico é o primeiro passo para a morte.Depois de chamar a atenção para o fato de que raramente se conhece um atleta que tenha chegado aos 80 anos e citar personalidades longevas que nunca fizeram ginástica ou exercício - entre elas o jurista e jornalista Barbosa Lima Sobrinho - mas chegou à idade centenária, o humorista arrematou com um exemplo da fauna: A tartaruga com toda aquela lerdeza, vive 300 anos. Você conhece algum coelho que tenha vivido 15 anos?Gostaria de contribuir com outro exemplo, o de Dorival Caymmi. O letrista compositor e intérprete baiano era conhecido como pai da preguiça. Passava 4/5 do dia deitado numa rede,bebendo, fumando e mastigando. Autêntico marcha-lenta, levava 10 segundos para percorrer um espaço de três metros. Pois mesmo assim e sem jamais ter feito exercício físico viveu 90 anos.Conclusão: Esteira, caminhada, aeróbica, musculação, academia? Sai dessa enquanto você ainda tem saúde... E viva o sedentarismo ocioso!!! Não fique chateado se você passar a vida inteira gordo. Você terá toda a eternidade para ser só osso!!!Então: NÃO FAÇA MAIS DIETA !!Afinal, a baleia bebe só água, só come peixe, faz natação o dia inteiro, e é GORDA !!!O elefante só come verduras e é GORDOOOOOOOOO!!!VIVA A BATATA FRITA E O CHOPP!!!Você, menina bonita, tem pneus? Lógico, todo avião tem!E nunca se esqueçam: "Se caminhar fosse saudável, o carteiro seria imortal".