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Marsylla Salgado Tavares

Archive for maio 2011

Bloomframe, uma inovadora janela que vira uma sacada!

Bloomframe é o nome desta janela revolucionária, que pode virar uma varanda na hora em que você precisar. O conceito havia sido criado e patenteado pelo grupo de arquitetos Holandês Hofman Dujardin em 2007. Com o passar do tempo o Bloomframe foi recebendo várias premiações de design, e com isso o departamento de pesquisa da Hurks Geveltechniek, que fica em Veldhoven na Holanda, transformou o conceito em um protótipo funcional.

Bloomframe (Foto: Reprodução)Bloomframe (Foto: Reprodução)

Para transformar a sua janela em uma sacada você só precisa pressionar um botão, e cerca de 15 segundos depois a janela se transformará em uma varanda com uma superfície de vidro. Com o espaço criado, duas pessoas podem desfrutar do ar livre confortavelmente. A construção do Bloomframe é extremamente sólida e possui um design elegante e transparente.
A janela/sacada pode ser usada em diversos ambientes. Pode ser facilmente colocada em apartamentos e hotéis, que poderiam adicionar um terraço para os seus quartos de luxo.

Naturalmente a Bloomframe teria que ser projetada para aguentar bastante peso, e para mostrar sua resistência, a empresa fabricante divulgou a foto abaixo, que mostra o quanto esta sacada é resistente.

A Bloomframe poderá ser ajustada de acordo com o cliente, com a inclusão de materiais personalizados e a opção de trocar o chão de vidro por um não transparente, caso você se incomode com os seus vizinhos de baixo olhando para cima.
Essa é uma ideia inovadora, e que pode acabar desempenhando um papel significativo no mercado imobiliário no futuro. Saiba mais no site da Bloomframe.

Veja abaixo um vídeo do Bloomframe em ação.

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Micro e pequenas geram 67% dos empregos em abril

Levantamento feito pelo Sebrae com base no Caged mostra que as empresas com até quatro trabalhadores são as que mais empregam no Brasil.

As micro e pequenas empresas foram responsáveis por 67% dos 272.225 empregos formais gerados no Brasil em abril deste ano, o que corresponde a 182.390 vagas. É o que mostra levantamento feito pelo Sebrae com base nos dados do último Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgado essa semana, em Brasília.

Os números apontam uma recuperação do ritmo observado em março deste ano, quando os pequenos negócios responderam por 41,4% dos empregos com carteira assinada.

"Considerando os últimos 12 meses, as micro e pequenas empresas geraram quase 80% dos empregos formais no país. Portanto, não há como falar em desenvolvimento do Brasil sem envolver esse segmento", afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

De acordo com o levantamento, as empresas que empregam até quatro trabalhadores contribuíram significativamente para o resultado geral, respondendo por 46,2% de todas as vagas com carteiras formais criadas no mês, enquanto os empreendimentos que empregam de 20 a 99 foram responsáveis por 13,7% das contratações.

Já as que empregam entre cinco e 19 funcionários responderam por 7,1% do saldo total dos empregos do mês.

Considerando os setores, o de serviços foi o que mais se destacou, representando 28,7% do total de empregos gerados pelas micro e pequenas empresas. O comércio também teve destaque na criação de postos de trabalho, representando 13,5%, seguido pela indústria de transformação, com 10,7% do total de empregos.

Dinâmica nacional
O desempenho de abril foi superior à média verificada nos últimos quatro anos, sendo o quarto melhor resultado em toda a série histórica para o mês. No acumulado dos últimos 12 meses, foram gerados 2,295 milhões de postos de trabalho, considerando a série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, equivalente à expansão de 6,65%.

Dos 26 estados e do Distrito Federal, 23 expandiram o nível de emprego, com recorde apenas no Rio de Janeiro e no Amazonas. Em termos absolutos, o estado de São Paulo liderou a geração de empregos, seguido por Minas Gerais e Rio de Janeiro.

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Poesia para todas as Mães!

Ser Mãe
de Coelho Neto *

Ser mãe é desdobrar fibra por fibra
o coração! Ser mãe é ter no alheio
lábio que suga, o pedestal do seio,
onde a vida, onde o amor, cantando, vibra.
Ser mãe é ser um anjo que se libra
sobre um berço dormindo! É ser anseio,
é ser temeridade, é ser receio,
é ser força que os males equilibra!

Todo o bem que a mãe goza é bem do filho,
espelho em que se mira afortunada,
Luz que lhe põe nos olhos novo brilho!

Ser mãe é andar chorando num sorriso!
Ser mãe é ter um mundo e não

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Feliz Dia das Mães!

maeObrigado Senhor!

Obrigado , Senhor , pela mãe que você me deu ...
... por todas as Mães do mundo
... pelas mães brancas , de pele alvinha ...
... pelas pardas , morenas ou bem pretinhas ...
... pelas ricas e pelas pobrezinhas ...
... pelas mães - titias , pelas mães -vovós , pelas madrastas -mães ,
... pelas professoras - mães ...
... pela mãe que embala ao colo o filho que não é seu ...
... pela saudade querida da mãe que já partiu ...
... pelo amor latente em todas as mulheres , que
desperta ao sentir desabrochar em si uma nova vida ...
... pelo amor , maravilhoso amor que une mães e filhos ...
Eu lhe agradeço , Senhor !

Amor de Mãe
O Amor da mãe pode ser traduzido
em uma palavra:
doação.
Falar desse sentimento é entender que ele
é a mais completa forma de amor.
Um amor que se doa,
coloca em primeiro plano o bem-estar,
a segurança de um outro ser.
Impossível falar de mãe
sem falar da pureza de um amor,
que diante de todo o sofrimento disse Sim: Maria.
Uma mãe que,
como tantas mães em nosso país,
olha com lágrimas nos olhos o presente
e o futuro árduo do filho.
Talvez seja por isso que a mãe Maria
se expressa em cada olhar de mãe,
em cada gesto de doação da mulher.
No rosto de uma mulher que assume
a maternidade inteiramente,
mesmo diante de tudo o que há de vir,
há a presença iluminada de um lado vivo,
mas esquecido por todos,
homens e mulheres:
O AMOR!!!!

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Professores apostam em blogs para despertar interesse de alunos

Quando o professor de história Marcos Simões foi ensinar sobre a 1ª Guerra Mundial aos seus alunos da Escola Estadual Professor José Nantala Bádue, em São Paulo, pensou em diversificar a aula ao pedir que todos colorissem um mapa geopolítico. A proposta foi barrada pela falta de livros suficientes na biblioteca para que todos pudessem realizar o trabalho em casa. A solução foi disponibilizar o documento na web, deixando os volumes da escola disponíveis apenas para os que não têm acesso à internet.
Dessa iniciativa surgiu o Fazendo História Nova, um blog que Simões atualiza quase que diariamente. A ideia começou ano passado, com material extra para os alunos, e deu resultado. "Percebi que mais da metade da turma entrava no site. Quando dou um novo conteúdo, eles já perguntam se o material vai estar também no blog", afirma.
Conciliar educação com hábitos rotineiros dos estudantes, como usar a internet, também foi visto de maneira positiva por Rodolfo Avelino, professor de informática do Colégio Paulista (Copi), em São Paulo. Há quatro anos, o educador tem um site com o seu nome. "A minha maior motivação para construir essa plataforma era entender como poderia indicar algo além de textos acadêmicos, como o que está acontecendo no mundo da tecnologia hoje", afirma.
Tanto Simões quanto Avelino disponibilizam conteúdos extra na internet, que não foram ensinados em sala de aula. A prática instiga a curiosidade do estudante. "As aulas eram mais monótonas e têm ficado interessantes", afirma o professor de história. Uma das razões para isso é que a versatilidade da web traz para o ensino o que muitas vezes as escolas públicas não podem oferecer.
"Na escola não temos como usar recursos visuais. Então, busco vídeos relacionados ao conteúdo para incrementar", diz Simões. Palavras-cruzadas também são oferecidas na página e muitas vezes são pedidas em aula. Sobre o acesso à internet, o educador afirma que a maioria dos alunos, mesmo carente, tem em casa, e os que não têm conseguem o material com os colegas sem problemas.
Tantas atividades dão trabalho para quem tem a obrigação de atualizar a sua página com frequência, para não perder o fiel acesso dos seus alunos. "Fico em média duas horas por dia no computador, procurando vídeos e links para postar pelo menos de dois em dois dias", diz Simões. Já Avelino esforça-se para apresentar questões próximas da turma, que façam parte do cotidiano e provoquem interesse.
Outro ponto positivo da integração entre estudantes e educadores com a internet é que alguns materiais podem ser disponibilizados com antecedência, além de evitar a obrigação de se fazer fotocópia de todo o conteúdo necessário para as aulas. "No site já deixo habilitado os textos da semana seguinte para discutirmos", diz o professor de informática.

Antes de fechar o negócio vá para a varanda

Se distanciar e olhar a situação de outra perspectiva ajuda a manter o foco no objetivo principal da venda. Veja as dicas de William Ury, um dos maiores especialistas em negociação e gestão de conflitos.

1. Preparar

Temos três “alavancas” que impulsionam esse processo:

Ir para o balcão ou para a varanda

Significa “dar um tempo”. Pode ser uma rápida caminhada, comer um chocolate, ou qualquer outra coisa, para que possamos “olhar de cima”, nos distanciar, e ter uma perspectiva panorâmica da negociação, para mantermos o foco no objetivo principal.

Para tanto, é importante identificar quais os comportamentos do outro lado que nos irritam, que nos fazem reagir. E buscar alternativas. Se o acordo não puder ser alcançado, temos que conseguir alcançar a melhor situação para as duas partes.

Ao irmos para o balcão, podemos também pensar em quem são os stakeholders – nossos, deles ou outros interessados (como governo, comunidade, mídia). Um exemplo de necessidade de irmos ao balcão é uma negociação por e-mail. Não podemos, por e-mail, responder uma mensagem instantaneamente.  O ideal é fazer a resposta e “guardar como rascunho”.

Depois, ir até o balcão – sair, meditar, conversar com um amigo... e, somente após, mandar a resposta.

Formular uma MAPAN (Melhor Alternativa para um Acordo Negociado)

Trata-se da melhor forma de agir caso não consigamos chegar ao acordo que imaginávamos. É uma situação, no final, que possa ser boa para as duas partes. Por isso, temos sempre que ter um “Plano B”, para chegarmos a um acordo mínimo aceitável. Podemos formular várias alternativas, de intermediárias a definitivas.

Conectar-se ao outro lado

Representa se colocar no lugar do outro. Para tal, precisamos ouvir (com atenção) mais do que falar e entender para não refutar. Com isso, às vezes conseguimos surpreender, ficando ao lado do outro, num determinado momento da negociação, para chegarmos a um objetivo ou acordo final. Também é fundamental o respeito nas negociações. O desrespeito, muitas vezes, pode levar ao fracasso. Precisamos criar um clima de confiança.

Negociar

Depois de moldar o ambiente da negociação, é hora de negociar. Também aqui temos três vértices que devem ser considerados:

Reenquadrar a situação

Após irmos para o balcão, pensarmos em alternativas e nos conectarmos ao outro lado, podemos reformular o objetivo ou a estratégia. Porém, não devemos rejeitar os argumentos do outro de “bate pronto”.
Temos que identificar o que está por trás das trincheiras, os interesses relacionados, e redirecionar a negociação. Nesse caso, fazer perguntas é fundamental. Podem aparecer informações valiosas, mesmo em forma de críticas.

Também é importante fazer brainstorm, consultar outras pessoas (com conhecimento técnico do assunto), explorar as opções. E adotar critérios objetivos para decidir o que é justo. Os critérios podem ser: valor de mercado, precedentes, leis, reciprocidade, custos, eficiência, tratamento igual, tamanho da empresa ou do negócio, discernimento científico, e outros.

Afirmar um NÃO positivo

Para se chegar a um “sim” no final, que seja bom para todos e que satisfaça os seus interesses, é necessário, muitas vezes, falar “não” durante a negociação. Sempre com respeito. No fechamento, o “sim” pode ser uma proposta criativa, clara e construtiva, que atenda aos seus interesses e leve em conta os deles. E que seja praticável e realista.

Construir uma “ponte dourada”

Para acabar com o abismo que existe entre duas partes em uma negociação, podemos construir uma ponte. E, assim, chegar a um acordo final, com clareza, após um “sim” sustentável. Nessa fase, é muito importante, também, apoiar o outro em seus argumentos de comunicação.

Muitas vezes, uma parte não aceita um acordo porque não sabe o que dizer aos seus acionistas, ao público interno, à sociedade etc. Então, temos que ajudá-los a explicar o porquê do acordo. É uma vitória para eles também.

Por tudo isso, em uma disputa, o maior poder como negociador é o poder de mudar o jogo, de tal forma que ambas as partes ganhem.

As dicas são de William Ury, um dos maiores especialistas em negociação e gestão de conflitos. Portal HSM

Será que você não está matando sua galinha dos ovos de ouro?

 

Uma das principais convicções que tenho é que o maior risco que organizações e gestores correm ultimamente é a armadilha do foco no curto prazo em detrimento da longevidade do negócio.
Diariamente, no afã de lucrar no curto prazo, corremos o risco de matar nossa galinha dos ovos de ouro que serão responsáveis pela longevidade de nossa organização por meio da geração de resultados sólidos e concretos ao longo dos anos.
Essa armadilha ocorre, sobretudo, em um ambiente como o atual com o crescimento acontecendo, muitas vezes, de forma desenfreada e acelerada demais.
Nesse contexto, somos tentados a todo momento a encurtar o caminho e lucrar a qualquer custo, sem refletir sobre os reflexos dessa filosofia extrativista no longo prazo.
Uma das razões desse nosso impulso se dá justamente devido a cultura extrativista que imperou em nosso país desde a época da Colônia. Nosso modelo mental sempre esteve muito focado na sobrevivência do dia a dia em detrimento do crescimento sustentável.
Pois é o momento de mudarmos esse modelo mental e incorporarmos uma filosofia de gestão que se dedique a atingir os números e a lucratividade no curto prazo, mas que compatibilize esse esforço com iniciativas dirigidas a tornar nosso negócio perene.
O memorável Peter Drucker comentava que “tudo o que uma organização e seus gestores sofrem hoje é resultado de suas iniciativas do ontem”. Se não começarmos a preparar nosso amanhã hoje, certamente sofreremos muito no futuro. E o pior é que, por vezes, gestores e organizações despertam para essa realidade quando já é tarde demais para reagir.
Você já calculou quanto custa recuperar um cliente ou o custo de um cliente insatisfeito? Se não tem essa resposta lhe convido a iniciar essa reflexão hoje mesmo.

Publicado HSM

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